quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Às vezes é preciso responder...!


  • Edielly Martins curtiu isso.
  • Edielly Martins Pior kkkk
  • Jeremias Pereira Dos Santos A sinceridade está, a cada momento mais exigida. Por isso, o povo prefere votar num palhaço, do que num candidato, que se veste de santo, acreditando que o povo é palhaço
  • Jeremias Pereira Dos Santos Se a zanga é porque o sr. Aécio perdeu, os zangados devem pegar os mineiros e expulsar do país, porque são eles quem mais o conhecem, e votaram contra, e os que não o conhecem? só para mostrarem que são "sabidos", votariam a favor? É melhor apelar para outra, caso o Lula não queira ser candidato.

Progresso Humano


O que seria isso? Qual é a resposta a essa pergunta, caso eu precise responder?

Senhores(a), nos prendemos muito ao nosso eu. Muitas das vezes, o outro, para mim, digo, para nós, simplesmente não existe. Quando existe, por algum motivo, só nos interessa, se tiver algo para nos oferecer, e depois, já não nos interessa.

A simplicidade de muitos, podem ser confundida com tolice, burrice e pobreza. No entanto, de acordo com a Sabedoria que a própria vida nos sugere, é lá que pode está escondido o tesouro que procuro.

Discriminamos, e por isso somos discriminados. Mas, se atentarmos para a Oração de São Francisco, ou para a filosofia, fruto da Sabedoria que rege o universo, do "É dando que se recebe", o que recebemos, é exatamente o fruto da semente que, conscientes ou não,  plantamos. O título deste texto, me veio, depois de uma conversa com uma pessoa simples, como eu, da qual, eu jamais imaginava que me viria a resposta para algo, que há muito tempo eu buscava. Juntando a isso, estou vendo, depois da ultima eleição, uma onde de discriminação derramada sobre o Nordeste. E como nordestino que sou, me acho no direito de responder.

A resposta, senhores(a),  depois de uma rápida análise, é a seguinte: Discriminação, pode ser o reflexo de frustrações, recalques, desespero...e falta de noção, ou mesmo...falta de educação. 

Em se tratando de discriminação contra pessoas muito simples, falta, no mínimo, um pouco de virtude, e compreensão do fato de que somos simplesmente nada, e somos menos ainda, quando tentamos demonstrar uma superioridade que simplesmente não temos.

Em se tratando da discriminação contra o Nordeste, berço dos grandes artistas,  e personalidades que deram vida, em todos os sentidos, ao nosso país, entendo que é mesmo a frustração de um povo, que se habituou a achar que vale mais que os outros. Um povo, diga-se de passagem, filho, na maioria das vezes desta terra chamada Nordeste, desprezada pelos que assumiram por este país, a responsabilidade de desenvolvê-lo e não o fizeram. Valorizaram a parte, que no início de nossa colonização,ficaram os exploradores europeus, que usufruíra de nossas riquezas, em benefício próprio, digo, de seus países.

Muita das vezes, os filhos do Nordeste, que por um motivo ou por outro, deixam sua terra, para se aventurarem a outra, que pode ser, num determinado momento, mais próspera, esquecem suas raízes, e até se envergonham de dizer de onde são.

Quando nego minha origem, estou fugindo de minha raiz e perdendo minha identidade. Isso pode significar desespero e frustração. E o verdadeiro progresso, que precisamos, consiste, se não no "Amai-vos uns aos outros", caso eu não aceite, pelo menos, no respeito ao próximo. 

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

JUNTADA NÃO É CASADA



O que divisa casamentos de uniões estáveis? Principalmente isto: o reconhecimento.
“Mas você é casada ou juntada?”, perguntou uma moça para a outra, dentro do elevador. “Juntada, e que eu saiba tenho os mesmos direitos de casada”, respondeu a outra. A porta se abriu, eu saí e pensei: “não tem não”. Não conheço as moças do elevador, mas considerei que retomar esse tema pode ser de grande valia, afinal, a informação dita com tanta certeza pela moça ainda é recorrente não só em elevadores. Para o senso comum, essa ideia de simetria entre casamento e união estável permanece.
É verdade que as uniões estáveis são reconhecidas por lei, e já ficou no passado a ideia de que só o papel – no caso, o registro do casamento civil – atesta a existência de um núcleo familiar. Entretanto, fosse a mesma coisa estar casado ou “juntado” e a comunidade homossexual nem brigaria tanto pelos direitos ao casamento civil, só para citar um exemplo atual e bastante pertinente.
Em dois momentos limites faz toda a diferença estar num casamento ou em uma união estável: no momento de separar-se e quando sobrevém a morte de um dos companheiros. Pois bem, no primeiro caso, o direito à partilha dos bens, guarda de filhos, pensão alimentícia, enfim, todos os institutos que sempre foram relativos ao casamento e também estão presentes na união estável, podem ser apreciados e analisados. No caso de falecimento, também esses institutos têm relevância, no entanto, ainda há versões contraditórias quanto à posição dos companheiros na linha sucessória. A meação – ou seja, a metade dos bens adquiridos onerosamente ao longo da união estável – está garantida aos companheiros. Mas meação não é herança, e quanto a esta, os companheiros podem estar tanto no último lugar da fila, após parentes de todas as classes – filhos, pais, irmãos, tios, sobrinhos – como podem também figurar entre os herdeiros necessários e, a partir dessa versão, sim, podem ganhar os mesmos direitos do cônjuge.
Mas há um detalhe pouco alardeado, uma daquelas frases que parecem designar apenas um ato burocrático, uma canetada, mas que na prática é super importante: o reconhecimento judicial da união estável. Todo o episódio de união estável que chega aos tribunais – seja por uma razão simples como rompimento da união e consequente necessidade de estipular partilha, pensão, etc., seja para o recebimento de herança, vultosa ou não–, a primeira providência é: reconhecer a união estável. Sem esse reconhecimento, os demais procedimentos jurídicos não têm lugar.
Vou dar um exemplo que pode ajudar a esclarecer. Recentemente, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não reconheceu uma união estável e acabou com qualquer possibilidade de uma mulher receber a herança de seu companheiro sobrevivente, ou suposto companheiro, já que foi justamente o excesso de dúvidas e a falta de provas concretas da existência da união estável que nortearam a decisão dos juízes. Nesse caso, a ministra Nancy Andrighi, que votou contra o reconhecimento, alegou que não ficou provado que a relação da mulher com o companheiro falecido estava dentro dos parâmetros da lei nº 9.278, de 10 de maio de 1996. Quais são esses parâmetros? A própria juíza os elencou, caracterizando o vínculo familiar: “durabilidade, publicidade, continuidade, objetivo de constituição de família e observância dos deveres de respeito e consideração mútuos, assistência moral e material recíproca, bem como de guarda, sustento e educação dos filhos”. Normalmente, constituem prova de união estável o registro de nascimento de filhos, fotos que flagram a convivência duradoura, correspondências etc.
No caso citado, a mulher que requeria o reconhecimento o obteve em primeira instância. Os filhos do falecido, porém, interpuseram recurso junto ao STJ. Alegaram que os dois filhos da requerente não eram do falecido e que, nos últimos anos, foi a irmã do falecido quem se ocupou em ampará-lo na doença e não a mulher que se dizia companheira. Para a mulher que requeria a união estável, entre os direitos que o reconhecimento garantiria, estava o de obter, por meio de herança, pelo menos parte do imóvel pertencente ao falecido, ou ainda, se fosse a única casa, o direito à propriedade e moradia. O falecido, entretanto, legou o imóvel em testamento a um asilo. A requerente ainda tentou objetar, afirmando que o testamento deve ter sido feito sob pressão da família. Nada feito, não houve o reconhecimento.
Agora, imaginemos uma situação quase similar: filhos brigando na justiça contra a madrasta, que não esteve presente nos anos mais duros da doença, que tem filhos de relacionamentos anteriores, mas que era casada com o falecido até o momento de sua morte. E quando menciono “casada” significa que há um registro de casamento civil, pouco importando se houve ou não uma cerimônia religiosa, ou festa, ou comunicação ao demais familiares. Mesmo com a alegada ausência no trato com a doença, os filhos do falecido ganhariam a causa? Dificilmente. Mais certo que a briga judicial ganhasse contornos de uma briga familiar sem consequências mais graves. Além disso, jamais um testamento legando uma casa para uma instituição de caridade, como no caso citado, poderia ser feito. Pois o cônjuge é herdeiro necessário e concorreria em pé de igualdade com os filhos do falecido. Eventualmente, ainda que para justificar a ausência ao longo da doença os filhos conseguissem provar uma separação de fato – uma separação não consumada com o divórcio legal –, os direitos da cônjuge estariam intactos.
Quem imagina a situação, logo pensa que, no caso citado, a requerente agia de má fé. Hipótese possível, mas também não se pode descartar que a ex suposta companheira talvez estivesse mesmo mal informada. O relacionamento pode ter sido para ela uma união estável, com expectativa de futuro casamento; enquanto para ele pode ter sido apenas um namoro.
E atenção: um namoro, ainda que prolongado, não constitui união estável. Essa ideia tem sido muito propagada, mas é falsa. Um namoro recente não é considerado união estável simplesmente porque duas pessoas que estão namorando resolveram morar juntas. Implícita na concepção do que seja a união estável está a durabilidade, a fidelidade, a união de propósitos. Nem mesmo um filho pode ser a prova de união estável. Uma vez que a paternidade foi declarada ou comprovada, a criança tem todos os direitos garantidos, mas seus pais não têm, em função disso, os direitos e deveres recíprocos que caracterizam a união estável e o casamento.
Por mais que a lei proteja a família – e realmente o faz – ao reconhecer as uniões estáveis, ainda não se pode falar de simetria de direitos. Aspectos como durabilidade, união de propósitos, auxílio mútuo, respeito ainda estão mais bem provados legalmente por meio de uma certidão de casamento.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Porque sou Fotógrafo


Atualizando Porque sou Fotógrafo



Aos 13 anos de idade, saí da casa dos meus pais, em Urbano Santos-MA,  e fui estudar para ser Padre, em Brejo dos Anapurus/MA, 

No Seminário, em Brejo, fiquei por mais ou menos 2 anos. Não gostei  do tratamento que nos era dado lá(no Seminário), e pedi  pra sair. Fui atendido, a mesma pessoa que me colocou lá, também me levou de volta para casa, que foi o Padre Xavier, meu Padrinho de crisma.

Fui levado para São Luís, para um passeio, pelo mesmo Padre Xavier, que depois de uma semana, me perguntou se eu queria ficar lá, para continuar estudando como Seminarista. Eu aceitei.

Como cheguei em São Luís

Com 15 anos de idade, incompleto, no meio do ano, cursando  a 7ª Série, diga-se de passagem, a mais difícil de todo o colegiado; fui morar  nas dependências da Igreja de Fátima, no Bairro de Fátima. Foi lá que passei os principais dias de minha adolescência, e posso dizer, que lá foi onde tive meu caráter...mais ou menos moldado.

Passei a ser o 6° morador daquela casa, que tinha três Freiras: Irmã Lídia, Irmã Terezinha e Irmã Maria Costa. E  tinha um rapaz, que era o Secretario do Padre João de Fátima. Patrick Pardinne, que chamávamos de Patrício, filho do Fotógrafo francês, Roger Pardinne que mais tarde viria a ser o meu professor prático de fotografia. 

Na casa tinha( ou deveria ter), o próprio Padre João de Fátima, que seria aqui, na ordem (da minha narrativa), o 5° morador e dono da casa. E era o Pároco de Fátima.

Quando falei que deveria ter, é porque ele estava na França, seu País de origem; foi para umas férias, depois da notícia da perda de sua mãe, e lá ficou um pouco mais, em virtude de um acidente automobilístico que sofrera. "Fui dar uma volta num carrinho que minha mãe deixou. Choveu...tinha um pouco de óleo na pista, cochilei um pouco...entrei em baixo de uma carreta parada”... foram mais ou menos uns 10 meses  hospitalizado na França. Antes de voltar, já sabia sobre mim. Em uma mensagem que gravou numa fita K-7 para os moradores da  casa, digo, da Igreja, dirigiu-se  também a mim.

Mais tarde, digo, mais ou menos 1 ano e meio depois, saiu Patrício e Irmã Lídia, e chegou Irmã Preciosa, que depois de mais ou menos 1 ano, saiu. E depois chegou Irmã Benta, que menos de 1 ano depois, também saiu.

Fiz questão de detalhar um pouco, na medida do que fui lembrando, no momento que estava escrevendo, para explicar minha trajetória na Igreja de Fátima, onde estive como Seminarista.

Fiquei por 4 anos como Seminarista Menor, aprendi fotografar e revelar as fotos. Padre João  me incumbia de fotografar algumas coisas da igreja e depois revelar as fotos, e  pedia para sempre usar filmes que pudessem ser revelados  lá  mesmo, que era no caso, o preto e branco.

Depois de se comportar mal, o fotógrafo da casa, Luís, o Mobi, foi despedido, e eu assumi o seu lugar, como fotógrafo oficial.

Depois de todo esse tempo(4 anos), na Igreja de Fátima, como Seminarista, indeciso quanto à Vocação   Sacerdotal, decidi  não ficar mais, apesar de Padre Xavier ter me aconselhado para ter paciência.

Então, depois de deixar o Seminário, depois de ter trabalhado como corretor de imóveis, e trabalhado 2 anos como vendedor lolista, da  Mara Confecções, na Rua Grade nº 301, de onde resolvi pedir contas do emprego,  montei um estabelecimento de foto, registrei uma Micro Empresa, e assumi de vez a profissão,  que, apesar dos "ossos do ofício", vejo como digna e muito bonita.

Fotografar me permitiu descobrir um mundo de beleza, que ao meu ver, em nenhuma outra   profissão eu teria descoberto. 

A história nos conta, que antes da descoberta da captação de imagens através da luz, ou da escrita através da luz, descoberta essa atribuída  a Aristóteles, entre 384 322 AC, ou ao pintor Leonardo da Vinci, em 1452 - 1519, se fazia retratos, com pincel e tinta.

Quem quer que tenha descoberto a Fotografia, que tenha sido Aristóteles, que foi filósofo, ou Leonardo da Vinci, que foi um grande pintor, fez, sem dúvida uma grande descoberta.

O inventor  não descobriu tudo, deixou, e ainda existe, apesar da “Era Digital”, algo a ser descoberto, a cada momento que se fotografa. E porque sou Fotógrafo? nem  sei se posso ser assim chamado, pela grande importância que tem um Fotógrafo. 

Sei que não sou digno, de ser, de fato, chamado de Fotógrafo, mas quero merecer o nome. Sei, que a cada momento somos chamados a nos especializar. O mundo grita por evolução, e temos que correr, para não ficar atrasados. 

Pratica, teoria e dedicação.  Juntar  tudo isso e um pouco mais! Descobrir o belo onde nem sempre é visível, arrancar de alguém um sorriso, registrando o seu melhor lado, fazendo ele ou ela, sentir, que a natureza, e o "Deus da Natureza" fez o lado belo, bonito e o positivo, para contrastar com outro lado! Essa é missão do Fotógrafo.

Contei por escolhi ser Fotógrafo,  mas alguém que me conhece, ou não, e se deu o trabalho de ler toda esta bobagem que escrevi, talvez me conteste.  Mas acredito na vocação profissional. E não seria somente para vender um pedaço de papel carimbado pela luz, por um preço insignificante, na maioria das vezes, por falta de opção ou por uma questão de sobrevivência.  O que faço, faço para mim em primeiro lugar, a questão do dinheiro no caso, encaro como pagamento que alguém precisa fazer a mim, por um registro que julgue necessário ou interessante, e que não seja pra me ajudar. Assim como, quando compro algo de alguém, não o faço para ajudar. Afinal somos todos dignos de receber o pagamentos pelo trabalho que fazemos, “O operário é digno do seu salário”, disse certa vez, Alguém em quem me inspiro. Jesus Cristo.

O dinheiro é uma conseqüência, como todos os frutos os são. E somos todos capazes de produzir frutos, que alimentem a nós, e aos outros. Como somos capazes de escrever nossa história, inspirada na vida, e ajudar na inspiração pra muitas outras que serão contadas.

Conheça alguns trabalhos fotográficos de Jeremias Fotógrafo


Álbuns de Casamento - .Jeremias Fotógrafo



Jeremias(à direita, pulando) fazendo Sokuto Tob keri. 
Karate Shorinji.

Palácio dos Leões, Residencia do
 Governador do Estado do Maranhão
Centro Histórico de S Luís;
Museu de Artes Sacras. Antes Seminário
 Santo Antônio, onde Jeremias participou 
como Seminarista.

Igreja de S. João, no centro de 
S. Luís.

Igreja de N. Senhora do Desterro.

Estátua do Poeta Gonçalves Dias,
 na Praça do mesmo nome.

Carranca na Fonte das Pedras.

Paisagem típica do Rio Mearim, pescadores
 e suas tarrafas, em Bacabal-Ma.

Casa do Coronel Lourenço, fazendeiro, que, de
 acordo com a História foi um dos primeiros a chegar
 em Bacabal-Ma.


Foto Livro de casamento

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Democracia é assim: é dando que se recebe...


Mea culpa! Ao saber do apertado resultado da eleição e ouvir o discurso da Presidente, cercada do seu “staff passado, presente e futuro”, achei que o cenário preparado para esta explanação estava mal ajeitado. A claque, muito agitada e histérica, impedindo que os acordes finais da voz de Dilma pudessem ser ouvidos, aplaudindo freneticamente o Lula que lá estava feito papagaio de pirata, lambendo a cria e sonhando com a transposição do São Francisco, e viajando no Trem Bala qu...
Ver mais
  • Jeremias Pereira Dos Santos
  • Jeremias Pereira Dos Santos Jeremias Pereira Dos Santos Jeremias Pereira Dos Santos O conhecido e famoso ator, Ari Fontoura, que certamente já assistiu muitas vitórias e derrotas, digo, já deve ter comemorado muitas, e outras vezes deve ter ficado triste, e certamente deve ter feito vários textos bonitos, ou pelo menos bem feito, como nas novelas, o mundo onde vive, de onde tira seu salário, descontado os impostos, dos quais demonstra aqui está...indignado...? Certamente senhor ator, você, com um vasto conhecimento que tem sobre este país, que deve conhecer, pelo menos através das matérias que ler nos jornais escritos, ou nos noticiários da Globo, emissora que certamente paga seu salário, pelos trabalhos dos papeis que muito bem tem feito, deve também conhecer a história deste povo, que certamente te aplaude pelo status que a TV tem te dado, ou pela culto, que o povo pacato presta a você. Acredito que você deve ter uma solução para a pobreza dos que não têm, sequer o que comer, pela maneira que é distribuída a renda do país. O Bolsa Família, questionado, criticado e achincalhado, sobre tudo pelos de poder aquisitivo melhor, pode ser mesmo a arma, que nenhum governante tenha usado, mas isso, porque, os que antecederam ao Lula, só preocupavam em aumenta a própria riqueza, e a do seu grupo, e aos pobres, "quero que pobre se exploda", como dizia o personagem do saudoso Chico Anísio. Senhor ator, se a partilha for melhor, a começar dos que têm mais, talvez o Bolsa Família possa ser descartado. Mas, enquanto não acontecer isso, é melhor não criticar. Muito obrigado!