terça-feira, 28 de julho de 2015

Conscientização do povo, pelo povo e para o povo


Provavelmente,  precisaríamos disso, antes  de pregarmos...de gritarmos mesmo por uma democracia. 

Se aproxima a época em que muitos "conscientizadores" surgem do meio do povo. Eles são requisitados pelos pré-candidatos a representantes do mesmo povo, que já começam divulgar os nomes dos patrões, que patrocinam as festas, prometem ajudas e fazem questão de se apresentarem em todos os lugares onde o povo se aglomera.

Nenhum erro, até aí, sobretudo quando se leva em conta que tudo isso faz parte das estratégias para ganhar uma eleição. Usar algumas pessoas do meio do povo, dando a elas algumas migalhas em troca, também não pode ser considerado erro tão grave, afinal, tais pessoas, que buscam as tais migalhas, parecem precisarem muito, principalmente porque algumas chegam a considerar o trabalho honesto um fardo muito pesado. Bem mais pesado do que correrem atrás, digo de baterem nas portas dos que se propõem a suportarem todas as solicitações, como receitas médicas, contas de luz, contas de água, promessas de empregos e outros.

Afinal, se tem algum erro no processo democrático, onde está e qual seria? Se a maioria do povo é que elege, qual o erro nas estratégias dos candidatos, já que tudo isso acontece através de um  processo democrático? O vício consentido pelo povo, que se guia por seus "representantes", que faz a cultura do "se dá bem" de qualquer jeito, sem se importar que os outros se lasquem, está errado? Eu, que escrevo em tom de crítica, aproveitando as redes sociais para divulgar, estou fazendo algo para o crescimento de um povo, do povo do qual faço parte, que às vezes se faz vítima, que planta a miséria pensando em em colher o progresso...o que estou fazendo? Preciso fazer algo, antes de reclamar do governo que tenho.

domingo, 26 de julho de 2015

Em tudo dai graças a Deus


Depois de alguns dias sem escrever algo no Blog, estive pensando sobre qual assunto o faria. Então lembrei-me que durante quatro dias consecutivos, estive tratando de consultas e exames médicos para um filho, e enquanto fazia isso, conversei com várias pessoas que também tratavam da saúde.

Quando estamos num barco, a tendência é conversarmos com pessoas que também estão lá. Uma conversa de alguém, naquele barco, normalmente serve de complemento para a conversa de uma outra.

O interessante, é que quando o assunto é tratar da saúde, digo consultas, exames e algo do gênero, sente-se a preocupação natural em cada pessoa, que teme que seja detectado em seu corpo algo indesejável. Vem então o temor...do que não temos o controle. O que conforta-nos, em muitos dos casos, é saber que o que não podemos controlar, precisamos entregar nas mãos do médico, que por sua vez nos diz: "não faço milagres, sou apenas um instrumento de quem faz, que é Jesus Cristo".

O título deste texto esteve comigo durante os quatro dias que estive ocupado com as consultas e exames. Em  todos os momentos, quando eu tomava alguma condução, quando pegava um elevador ou subia os degraus da escada da clínica, quando conversava com alguém, e até nos momentos das refeições, lá estava ele.

Os momentos delicados da vida, que são tantos, servem para uma reflexão e encontro com Deus, já que nos momentos de felicidade, muitas das vezes evitamos essa reflexão e esse encontro.

No caso dos exames, que fornece a mim neste momento, um texto, deu tudo normal, "graças a Deus". Coloquei as " " porque era essa a frase que vinha dos médicos, quando diziam por exemplo: "está descartado qualquer problema cardíaco, graças a Deus". Dois dias depois, um outro médico, o Dr. José Fortes do Rego, depois de trinta minutos aproximadamente de consulta, que considerei um encontro com um mestre, e depois de conferir o resultado de uma tomografia do crânio, também disse: "tá tudo normal, graças a Deus".

Fica para uma reflexão: Um encontro com Deus se faz necessário em todos os momentos, porque, em nem um...momento temos controle absoluto de nossa vida. Por isso, como disse São Paulo: "Em tudo dai graças a Deus" (Tessalonicenses: 5)

domingo, 19 de julho de 2015

Futebol de amigos na Associação Boa Vida-Bacabal



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O jogo  da Associação Atlética Boa Vida, de Bacabal - AABV contra a Associação de Pais da Escolinha Meninos de Ouro da AABB de São  Luís -MA,  APEMO-PAI aconteceu em duas etapas: A primeira, dos  cinquentões,  que  por falta de jogador em numero suficiente, dividiram o campo, transformando o jogo em futebol Society.  Com um resultado de 4 X 2 para o APEMO-PAI.

O segundo jogo, 35 a 40 anos, não temos o resultado, quando se trata de gols, e fizemos questão de fazer a matéria com essa pendência, porque preferimos mostrar o principal resultado: uma confraternização entre amigos, onde os gols só complementam o diálogo, na hora do churrasco com a cerveja. 

As fotos acima é uma cortesia do Blog do Jeremias, que fez a cobertura, para que esse momento ficasse guardado, também na Internet.




segunda-feira, 13 de julho de 2015

"O que precisamos fazer?"


A pergunta acima foi feita por uma pessoa que costumava dormir, enquanto a reunião acontecia. Certa vez despertou meio atordoada e perguntou: "o que devemos fazer?" uma outra, num certo tom de humor, comentou: para que você possa ajudar a gente a fazer algo, precisa primeiro acordar e depois, quando souber de qual assunto se  está tratando, pode se prontificar.

Aquele episódio, no momento parecia sem muita importância, mas, descobri mais tarde que valeu a observação crítica em forma de humor.

"O que precisamos fazer ?" muitas das vezes não vai passar de uma pergunta sem sentido, porque estamos cochilando e não percebemos.



































































































 episódio, pareceu insignificante