domingo, 21 de agosto de 2016

Ao simpático deputado Roberto Costa:


Deputado, entre os mais fervorosos cabos eleitorais do atual prefeito, o senhor certamente se destacou. Mas agora, aparentemente o senhor faz oposição ao mesmo, que alias, foi preparado para não se candidatar à reeleição. E a falta de respaldo, que também parece ter sido programada, certamente serviu para selar essa decisão.

O mesmo grupo político que agora se propõe a eleger o senhor, como prefeito de Bacabal, também fez o mesmo com o prefeito Jurandir Lago, prefeito Jocimar, prefeito dr. Lisboa e prefeito José Alberto, que para explicar a insatisfação do povo em relação ao seu governo, disse que só teve apoio do filho, deputado Alberto Filho.

Como representante do povo o senhor assistiu inúmeras reclamações em relação ao nome que o senhor induziu o povo a escolher, há um pouco menos de 4 (quatro) anos. 

A pergunta é: O melhor que o deputado, que me representa, pode fazer diante de tantas insatisfações, foi argumentar que o que fez foi acreditar nele (no nosso prefeito), "como a maioria do povo acreditou"? Essa foi a resposta que senhor deu, numa audiência pública em16 de abril de 2015.
Aqui quem questiona é uma pessoa que como o senhor, faz parte do povo, e acredita que um dia pode melhorar...quando eu começar a fazer minha parte. Muito obrigado.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Que bom...! Chega mais uma eleição...quero votar...


Quero votar para o candidato que fizer eu acreditar em seu discurso. Portanto, senhores(a), se você for candidato(a) e quiser receber meu voto já sabe que mão vale dizer que é candidato porque quer ajudar o povo. Quero ouvir um discurso sincero para que eu possa simpatizar com você.

Sabemos o quanto é difícil ganhar dinheiro trabalhando. A prova disso é a grande quantidade de pessoas que colocam seus nomes, para prefeito e vereador. Digna de admiração é a determinação dessas pessoas...que sonham com o melhor, para si e para suas famílias.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Registramos o esporte amador


Registramos esses momentos porque, apesar das inúmeras dificuldades que atingem o povo, eles ainda unem  em confraternização.





domingo, 14 de agosto de 2016

Vamos votar nos que querem ajudar o "povo pobre"?



Não é difícil saber porque, todos os candidatos, sem exceção, dizem que querem ajudar o povo. E uns vão mais longe e dizem: quero ajudar o "povo pobre".
 
Mas, porque o "povo pobre"? Será que é porque os candidatos...que "querem se dá bem" às custas do voto  desse "povo pobre", acreditam, que as pessoas sendo pobres elas também são mesmo tão idiotas, a ponto de acreditar nas suas mentiras deslavadas?  Vamos pensar sobre isso.

Senhores (a), é fácil reconhecer quem tem vontade de ajudar, o povo. O cidadão (a), que diz querer ajudar, ele (a), já ajudou o povo a se livrar da escravidão de acreditar em políticos? Já ajudou o povo a descobrir seu potencial...trabalhando em grupo? Já ajudou o povo a entender, que bajular ajuda o político "esperto" a ser mais poderoso... mais mentiroso, e mais ladrão? Já ajudou o povo a buscar conhecimento para não aceitar as esmolas dos "políticos", ou candidatos a "políticos? Já montou uma empresa para oferecer empregos a esse ... "povo pobre"? Ele, esse candidato, quando contrata alguém para trabalhar, paga direito? Ele(a) ajuda...? ou faz que ajuda, para aparecer na televisão? Vamos pensar sobre isso.

Como povo, senhores(a), que somos, já passou da hora de nos envergonharmos de aplaudir os que nos roubam, que subtraem nossos direitos e  depois, como forma de nos tapear, nos oferecem esmolas, para depois nos  chamar de idiotas, miseráveis, "pé rapados", preguiçosos... e nos dão todo tipo de adjetivos  desprezíveis, porque é isso que nos tornamos quando endeusamos esse tipo de gente, que chamam roubar de "lei da sobrevivência". 
Se não sabemos em quem votar, mas, em quem não votar já sabemos: Em todos os que dizem que querem ajudar o "povo pobre". 

 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

É correto, de acordo com o Evangelho, a igreja aparecer em propagandas políticas partidárias?


Dizer que é errado a igreja se envolver com propagandas políticas´, é um desrespeito à instituição? Se você concorda ou não, deixe sua sugestão.

Estamos em campanha!


O Brasil está em campanha política. Sendo ou não candidato, sendo ou não filiado a um partido político, sendo ou não eleitor e sendo ou não simpatizante, estamos em campanha.

Pode ser uma "coisa para bandidos", como me disse uma vez um certo senhor, que teve um filho que não foi bem sucedido, quando se candidatou a vereador, apesar de ter gasto muito dinheiro.

O "jogo" que irrita, na maioria das vezes, sobretudo aos que detestam a corrupção, aquela mais visível, dos partidaristas, termina por exigir a participação de todos nós. Afinal, quem quer que esteja na disputa, vai fazer bem ou mal à população toda.

Quem receber um candidato em sua porta, vai fazer bem ou mal à população, assim como, cada um de nós brasileiros fazemos bem ou mal, onde quer que estejamos e como quer que estejamos.

No mundo, uma pessoa não fica neutra, quando a questão é participar ou não do que quer que seja numa sociedade.

Portanto senhores (a), temos que prestar contas, mesmo sem sermos candidatos nas eleições. Mas, se você é candidato (a), tem sim a obrigação de responder à sociedade as perguntas feitas até por aqueles que você julgar insignificante. 

Concordar com aquele senhor insatisfeito pela derrota do filho, que disse que "política é coisa para bandidos", não é errado, porque pagamos um preço muito alto pela ganância dos nossos representantes. Discordar contudo, também não é errado, porque cada um de nós, estando com as faculdades mentais perfeitas, tem uma concepção. Respeitar aos outros, seria certamente, acredito, a maior realização humana.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Político é a pessoa que mais deseja ...trabalhar e ajudar


Já faz muito tempo que acompanho campanhas políticas partidárias. Cada vez me impressiono mais, admiro mais os candidatos, e ainda mais, as pessoas que fazem as campanhas desses candidatos, que são os cabos eleitorais, que ganham muito bem para falarem somente a verdade sobre eles. Quando dizem: tenho um bom nome para você votar...e falam o tanto que esses quase anjos são bons e que lutam somente para trabalhar pelo povo.

Não sei o que mais o político deseja, se trabalhar pelo povo ou ajudar. Porque é impossível a resposta ser outra, quando a pergunta é: Porque o senhor(a) quer ser prefeito? "Para ajudar o povo da minha cidade". A resposta emociona, e eu quero votar no candidato que tiver mesmo muita vontade de ajudar o povo.

Senhores(a), somos um povo muito carente, a ponto de acreditarmos em todas as promessas dos simpáticos e quase santos candidatos. Lembremos contudo de uma coisa: Se de fato acreditamos em Deus, não podemos ter medo de morrermos de fome. Por isso, não nos sujeitemos às migalhas que os poderosos têm para nos oferecer. Se alguém dos nossos candidatos fossem capazes de cumprir o que prometem ao povo, nas campanhas políticas, não precisariam implorar ao pedir voto.


sábado, 6 de agosto de 2016

PMDB homologa em Bacabal os nomes de Roberto Costa e Dr. Junior do SAAE para prefeito e vice prefeito.




Tudo pronto para a próxima campanha política (2016), como já era prevista. E muito embora, alguns comentários apontavam para o nome do senador João Alberto, o que aconteceu mesmo foi o que estava desenhado.
E mais uma vez, a igreja aparece na propagando da política partidária de Bacabal. Mais uma vez porque, sempre pessoas com sede no poder fizeram uso dessa ferramenta, que é o povo sensível aos apelos dos líderes religiosos.
O atual prefeito, sr. José Alberto, lançou sua campanha nas igrejas, católica e evangélica. Desta vez, aparece a foto do padre e do bispo, na convenção municipal do PMDB, que de uma maneira muito clara, figura como uma forte propaganda do simpático deputado Roberto Costa.
Ao longo dos discursos, "palavras chaves" foram proferidas, como: "Precisamos de uma pessoa para diuturnamente cuidar de Bacabal" (deputado federal João Marcelo). "Nós temos que botar água nas torneiras de todos os bacabalenses" (Senador João Alberto). "Eles podem falar o que quiserem, mas ninguém vai tirar Bacabal de meu coração"(Deputado Roberto Costa), candidato a prefeito).
Como em todas as convenções, tem um líder de fora, para empolgar, na convenção do deputado Roberto Costa, esteve Bruno, o secretário do governo Michel Temer, para a juventude.
 


  




quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Desequilíbrio de uma Sociedade


Desequilíbrio significa falta de equilíbrio, falta de controle, falta de apoio, falta de base, ou outras... faltas de chão.

Numa sociedade, que tem como base principal a família, é indispensável que a atenção a essa família aconteça.

A família, que aqui, é a principal base, também é apoiada numa base, que como em todos os casos de uma organização, é o líder.

Quem formou a família, indiscutivelmente é o líder, ou pelo menos, na ordem natural da vida deve ser. É verdade, que num mundo onde a lei, que "está acima de tudo e de todos", não é obedecida, não se pode contar com um grande sucesso no que diz respeito a equilíbrio do que quer que seja.

O que nos faz abordar um assunto e aprofundá-lo, é a situação que o envolve num determinado momento, demonstrando a fragilidade, que na maioria das vezes não estava visível ao objeto desse.

Havia uma pequena cidade de 40 mil habitantes, com escolas, do nível 1 para as crianças iniciantes, até o nível superior e com diversos cursos; Igrejas com credos diferentes; expressão de várias culturas; várias empresas e indústrias para oferecer todos os tipos de empregos, além de espaço para os que queriam trabalhar por conta.

Foi descoberto um grande problema. O senso descobriu dez (10) pessoas sem emprego. Um grande problema, porque, de acordo com as pesquisas anteriores, todas as pessoas aptas a trabalhar, estavam trabalhando. E agora...dez (10) pessoas estavam causando um problema, que de acordo com o governo daquela cidade, estavam dando prejuízo àquela sociedade.

O governo mandou investigar o que tinha acontecido para que aquelas dez (10) pessoas estivessem sem produzir. O problema foi encontrado: Um empregado de uma empresa chegou atrasado ao seu serviço e causou também um atraso em todo o corpo da empresa. O dono precisou tirar o empregado. O empregado demitido tinha um grande amigo em uma outra empresa, que tentou arrumar vaga para ele, que estava agora desempregado. Mas o dono não aceitou a indicação, porque soube do que tinha acontecido com ele.

O empregado que solicitou do patrão uma vaga para o amigo, se aborreceu e pediu contas. O patrão que demitiu o empregado por atraso, deixou de entregar sua produção no tempo certo e ainda teve que pagar uma indenização ao funcionário demitido. E sua economia estava agora menor, e precisou demitir mais um funcionário...que estava com uma produção baixa.

Os três (3) primeiros desempregados da cidade apareceram assim. A investigação feita pelo governo descobriu que na cidade já eram dez (10) desempregados, e teve que reunir a sociedade toda, para uma conversa, porque considerava isso muito grave.

As famílias das dez (10) pessoas desempregadas estavam agora com dificuldades financeiras, emocionais e dificuldades de relacionamento com a sociedade, porque estavam causando um desequilíbrio social naquela cidade.

Depois que o pai contou isso ao filho, ele quis saber onde era a cidade e quando isso aconteceu, e começou acusar o governo... de ditador.