quinta-feira, 23 de abril de 2015

Para recordar..!


  1. LEMBRANÇAS - Nelson Gonçalves | Letras.mus.br

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    Lembro um olhar / Lembro um lugar / Teu vulto amado / Lembro um sorriso / Eo paraíso / Que tive ao teu lado / Lembro a saudade / Que hoje invade / Os dias ...

A Maioridade Penal


A matéria abaixo postada, digo, depois deste breve texto, que é nosso, pertence à fonte, cujo link fiz questão aqui deixar, por entender que é um   crédito justo, e portanto devido. Contudo, os inúmeros pontos de interrogação representam a real credibilidade da sociedade em relação ao que o "sistema" nos propõe a chamar de justiça.

O tema em questão é a redução da Maioridade penal. E parece que, o que pensam muitos advogados parece não se harmonizar com o pensamento da sociedade, que também parece não mais suportar a condição de vítima.

Nossos "representantes", que encaram a idade de dezesseis anos de um (a) jovem, como suficientemente capaz de decidir, quem pode governar nosso país, também dizem que essa mesma idade, é insuficiente para  que o mesmo jovem se responsabilize pelos atos de delinquencia que venha a praticar.

E o que pode fazer a sociedade? o que podemos fazer? já que somos nós a sociedade?

Provavelmente, se a população como um todo praticasse o "Amai-vos uns aos outros", essa questão, não seria abordada, e não serviria de manchete para enriquecer as matérias jornalísticas. Mas, como isso não é possível, refaço a frase, mudando alguma coisa: Provavelmente, se eu procurar evitar fazer as maldades que costumo fazer, também não preciso escrever sobre isso.


http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_rxoespostas/maioridade_penal/


Maioridade penal 


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A morte do menino Jo�o H�lio, de 6 anos, arrastado por um carro depois de um assalto no Rio de Janeiro, reacendeu o debate sobre a redu��o da maioridade penal no pa�s. Como em outros crimes violentos, menores de idade tiveram papel ativo no brutal crime - mas poder�o ficar no m�ximo 3 anos presos. Saiba quais s�o os principais argumentos dos defensores e dos cr�ticos da medida - e como a mudan�a na lei poderia ser realizada.


1. O que � maioridade penal?
2. O que diz a legisla��o brasileira sobre infra��es de quem
n�o atingiu a maioridade penal?

3. Como � a legisla��o brasileira em rela��o a outros pa�ses?
4. Quais os argumentos para reduzir a maioridade penal?
5. Quais mudan�as s�o as propostas em rela��o � maioridade penal? 
6. O que dizem os que s�o contra a redu��o da maioridade penal?
7. Quem � contra a redu��o da maioridade penal?
8. Quem se manifestou a favor da redu��o da maioridade penal?
9. Quais s�o os tr�mites legais para reduzir a maioridade penal?
10. Que propostas sobre maioridade penal ser�o avaliadas pelo Congresso Nacional?
11. Quando a C�mara dos Deputados votar� as propostas de redu��o de maioridade penal?
O que � maioridade penal?
A maioridade penal fixada em 18 anos � definida pelo artigo 228 da Constitui��o. � a idade em que, diante da lei, um jovem passa a responder inteiramente por seus atos, como cidad�o adulto. � a idade-limite para que algu�m responda na Justi�a de acordo com o C�digo Penal. Um menor � julgado pelo Estatuto da Crian�a e do Adolescente (ECA).
• topo
O que diz a legisla��o brasileira sobre infra��es de quem n�o atingiu a maioridade penal?
Pela legisla��o brasileira, um menor infrator n�o pode ficar mais de tr�s anos internado em institui��o de reeduca��o, como a Febem. � uma das quest�es mais pol�micas a respeito da maioridade penal. As penalidades previstas s�o chamadas de �medidas socioeducativas�. Apenas crian�as at� 12 anos s�o inimput�veis, ou seja, n�o podem ser julgadas ou punidas pelo Estado. De 12 a 17 anos, o jovem infrator ser� levado a julgamento numa Vara da Inf�ncia e da Juventude e poder� receber puni��es como advert�ncia, obriga��o de reparar o dano, presta��o de servi�os � comunidade, liberdade assistida, inser��o em regime de semiliberdade ou interna��o em estabelecimento educacional. N�o poder� ser encaminhado ao sistema penitenci�rio.
• topo
Como � a legisla��o brasileira em rela��o a outros pa�ses?
A legisla��o brasileira sobre a maioridade penal entende que o menor deve receber tratamento diferenciado daquele aplicado ao adulto. Estabelece que o menor de 18 anos n�o possui desenvolvimento mental completo para compreender o car�ter il�cito de seus atos. Adota o sistema biol�gico, em que � considerada somente a idade do jovem, independentemente de sua capacidade ps�quica. Em pa�ses como Estados Unidos e Inglaterra n�o existe idade m�nima para a aplica��o de penas. Nesses pa�ses s�o levadas em conta a �ndole do criminoso, tenha a idade que tiver, e sua consci�ncia a respeito da gravidade do ato que cometeu. Em Portugal e na Argentina, o jovem atinge a maioridade penal aos 16 anos. Na Alemanha, a idade-limite � 14 anos e na �ndia, 7 anos.
• topo
Quais os argumentos para reduzir a maioridade penal?
Os que defendem a redu��o da maioridade penal acreditam que os adolescentes infratores n�o recebem a puni��o devida. Para eles, o Estatuto da Crian�a e do Adolescente � muito tolerante com os infratores e n�o intimida os que pretendem transgredir a lei. Eles argumentam que se a legisla��o eleitoral considera que jovem de 16 anos com discernimento para votar, ele deve ter tamb�m tem idade suficiente para responder diante da Justi�a por seus crimes.
• topo
Quais mudan�as s�o as propostas em rela��o � maioridade penal?
Discute-se a redu��o da idade da responsabilidade criminal para o jovem. A maioria fala em 16 anos, mas h� quem proponha at� 12 anos como idade-limite. Prop�e-se tamb�m puni��es mais severas aos infratores, que s� poderiam deixar as institui��es onde est�o internados quando estivessem realmente �ressocializados�. O tempo m�ximo de perman�ncia de menores infratores em institui��es n�o seria tr�s anos, como determina hoje a legisla��o, mas at� dez anos. Fala-se em reduzir a maioridade penal somente quando o caso envolver crime hediondo e tamb�m em imputabilidade penal quando o menor apresentar "idade psicol�gica" igual ou superior a 18 anos.
• topo
O que dizem os que s�o contra a redu��o da maioridade penal?
Os que combatem as mudan�as na legisla��o para reduzir a maioridade penal acreditam que ela n�o traria resultados na diminui��o da viol�ncia e s� acentuaria a exclus�o de parte da popula��o. Como alternativa, eles prop�em melhorar o sistema socioeducativo dos infratores, investir em educa��o de uma forma ampla e tamb�m mudar a forma de julgamento de menores muito violentos. Alguns defendem mudan�as no Estatuto da Crian�a e do Adolescente para estabelecer regras mais r�gidas. Outros dizem que j� faria diferen�a a aplica��o adequada da legisla��o vigente
• topo
Quem � contra a redu��o da maioridade penal?
Representantes da Igreja Cat�lica e do Poder Judici�rio combatem a redu��o da maioridade penal. Para a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, a melhor solu��o seria ter uma �justi�a penal mais �gil e r�pida�. O presidente Luiz In�cio Lula da Silva diz que o Estado �n�o pode agir emocionalmente�, pressionado pela indigna��o provocada por crimes b�rbaros. Karina Sposato, diretora do Instituto Latino-Americano das Na��es Unidas para a Preven��o e Tratamento da Delinq��ncia (Ilanud), diz que o pa�s n�o deveria �neutralizar� parte da popula��o e sim procurar �gerir um sistema onde as pessoas possam superar a delinq��ncia�. Tanto o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, como o presidente da C�mara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, afirmam que reduzir a maioridade penal n�o seria uma solu��o para a viol�ncia.
• topo
Quem se manifestou a favor da redu��o da maioridade penal?
Os quatro governadores da regi�o Sudeste - Jos� Serra (PSDB-SP), S�rgio Cabral Filho (PMDB-RJ), A�cio Neves (PSDB-MG) e Paulo Hartung (PMDB-ES) prop�em ao Congresso Nacional alterar a legisla��o para reduzir a maioridade penal. Eles querem tamb�m aumentar o prazo de deten��o do infrator para at� dez anos. Al�m dos governadores, v�rios deputados e senadores querem colocar em vota��o propostas de redu��o da maioridade.
• topo
Quais s�o os tr�mites legais para reduzir a maioridade penal?
Depois de ser discutida pelo Senado, a proposta de emenda constitucional (PEC) deve ir a plen�rio para vota��o em dois turnos. Na seq��ncia, a proposta tem de ser votada pela C�mara dos Deputados para transformar-se em lei.
• topo
Que propostas sobre maioridade penal ser�o avaliadas pelo Congresso Nacional?
Das seis propostas de redu��o da maioridade penal que a Comiss�o de Constitui��o, Justi�a e Cidadania do Senado avalia, quatro reduzem a maioridade de 18 para 16 anos, e uma para 13 anos, em caso de crimes hediondos. H� ainda uma proposta de emenda constitucional (PEC), do senador Papal�o Paes (PSDB-AP) que determina a imputabilidade penal quando o menor apresentar "idade psicol�gica" igual ou superior a 18 anos.
• topo
Quando a C�mara dos Deputados votar� as propostas de redu��o de maioridade penal?
N�o h� prazo definido. O presidente da C�mara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), n�o quis incluir o assunto entre as primeiras medidas do chamado �pacote da seguran�a�. O que tem ocorrido � que em per�odos de como��o e mobiliza��o da opini�o p�blica o assunto ganha visibilidade e v�rias propostas chegam ao Congresso. Passada a motiva��o inicial, os projetos caem no esquecimento. A proposta para redu��o da maioridade est� parada no Congresso desde 1999. Desde 2000, esta � a quarta vez que um �pacote de seguran�a� � proposto. O �ltimo �esfor�o concentrado� foi em junho de 2006, ap�s os ataques do PCC em S�o Paulo, quando o Senado aprovou 13 projetos de endurecimento da legisla��o penal, que n�o inclu�am a discuss�o sobre a maioridade. Em 2003, ap�s a morte de dois ju�zes, houve uma �semana da seguran�a�. Em 2000, depois de um sequestrador de um �nibus ser morto ao lado de uma ref�m, a C�mara e o Senado criaram uma comiss�o mista para discutir o endurecimento das leis. N�o houve vota��o originada desta comiss�o

quarta-feira, 22 de abril de 2015

PROMOÇÃO AMOR DE MÃE IDEAL MAGAZINE


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Sorteio dia 09/05/2015

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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Patrocinadores da 1ª Peixada do Blog do Jeremias





Fotos do Local do evento











Local: Associação Só Areia - Na Rua Djalma Dutra - Bairro da Areia
Data: 26 de Abril(Domingo)
Horário: A partir das 11:0h da manhã
Animação: Banda Reflexo



Patrocinadores


01   Ambientalista Ferreirinha da Trizidela
02   Cel Egídio
03   Dedê da Trizidela
04   Dra. Elza-Advogada
05  Léo Lanche 
06   Dr. Erivelton Lago- Advogado - São Luís-MA
07   Subrinha Bezerra - Rua Artur Azevedo
08   Shayron Confecções-Calçadão - Rua Benedito Leite, 260
09   Maninho - Motos - Rua Teixeira Mendes - Centro
10   Mega - Motos - Rua Eurico Gaspar Dutra
11   Ivan - Motos - Rua das Três com Rua da Areia - Bairro da Areia
12   Joel - Motos - Rua Teixeira de Freitas-Centro
13   
14   Pit Stop Motos - Rua Getúlio Vargas - Centro
15   Casa do Produtor Rural - Rua Getúlio Vargas
16   Comercial Rio Preto - Trav. da Mangueira- Atrás da Rodoviária
17   Corpo de Bombeiros de Bacabal
18   Associação da PM de Bacabal
19   TV Cidade
20   Carioca da Rádio
21   J 21   Academia
22   Armazém Paraíba
23   Sucesso Magazine
24   A Renovar
25   Ideal Magazine - Centro
26   Colégio Reis Mago
27   Escritório de Contabilidade SISCON - Rua Barão de Capanema
28   Associação dos Árbitros de Bacabal - Fernando e Ivanildo
29   Orácio Belo
30   Decorador - Ouro
31   Alencarzinho
32   Professor Raimundo Sirino
33   Inaldo - Presidente dos trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Bacabal
34   Frank - Secretário da Juventude
35   Sindicato dos Pescadores de Bacabal
36   Foto Pipoca - Rua Rui Barbosa - Centro
37   SLZ Corretora de Imóveis - Joina
38   Banda - Forrozão Reflexo
39   Banda Beijo Quente
40   VIPOL-Vidraçaria  e Portões - Rua Texeira de Freitas
41   Gráfica Modelo - Rua Osvaldo Cruz
42   Nordeste Couro
43   Site Bacaba
44   Aline Soido
45   Emproatec
46   
47   Chiquinho Sergipano
48   Biocana
49   Casa da Madeira - Rua Frederico Leda
50   Escola de Música de Bacabal
51   Bar do Leônidas-Rua José Bonifácio- Bairro Esperança
52   CONTEC - Contabilidade
53   Bessa TUR Turismo
54   Verana Malharia 

sábado, 18 de abril de 2015

Como deveríamos escolher o nosso candidato a prefeito


Antes de tudo, é preciso deixarmos  de ser escravos de alguns  vícios. Como por exemplo, pedir esmolas aos que têm a obrigação de nos representar.

Na ultima Audiência Pública que aconteceu em Bacabal, fiz questão de perguntar: O que nossa Igreja Católica está fazendo para evangelizar mesmo, e o que as autoridades estão fazendo para merecerem a credibilidade do povo.

Quando perguntei, o que nossa Igreja está fazendo para evangelizar mesmo, é porque sei que muitas das vezes esquecemos o propósito do Evangelho: "Eu vim para que todos tenham vida e tenham-na em abundância".

Vida em abundância, pode significar o que a minha concepção quiser, ou pode significar o que o bom senso baseado nos ensinamentos de Jesus Cristo, sugere.

De ti sairá um Rei cujo reinado não terá fim. Isso está no livro de Samuel. Deus falou isso ao rei Davi , que  substituiu ao rei Saul. E  o rei  Saul perdeu o posto de rei, porque desobedeceu a Deus.

Toda a  história do povo de Deus, de acordo com a bíblia, fala de libertação, a começar pela conversa com Abraão. "Sai da tua terra, do meio dos teus. De ti farei uma grande nação, e te abençoarei e engrandecerei o teu nome. Abençoarei aos que te abençoarem e amaldiçoarei aos que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra".

Uma vida de bênção é uma vida de libertação. E mais tarde, no Egito, quando o povo do mesmo Abraão estava sofrendo como escravo, Deus enviou a Moisés, a missão de tirá-lo de lá. E a mesma história alcança a Jesus Cristo, o Rei prometido, de acordo com a interpretação da bíblia, feita por nós, que nos dizemos cristãos.

E Jesus Cristo, o fundador da nossa Igreja, é o mesmo que enviou os discípulos para divulgarem a Boa Nova da salvação, que é o evangelho.

A pergunta é: Estamos, como Igreja evangelizando mesmo? ou ao contrário disso, estamos também nos escravizando e induzindo aos outros que sejam também escravos? Vale questionar, porque pode ser que estamos fazendo campanha política, favorecendo algum nome, dentro de nossa própria Igreja. Estamos querendo nos promover, às custas da Igreja. E se isso for verdade, somos hipócritas.

Então, como deveríamos escolher nosso candidato a prefeito? A resposta é: a partir de um nome vindo das bases do povo cristão. E não é discriminação com os outros,  mas lutar por um nome  mais temente  a Deus, é nossa obrigação, porque, até agora, vejo boa parte das manifestações, por exemplo, como manobra de alguns "espertos" infiltrados nos movimentos da Igreja. E isso é ridículo, e temos o direito de assim considerarmos.

Estamos corrompendo a Igreja de Jesus Cristo. Estamos vislumbrando o poder, e usando a Igreja como ponte para chegar lá. E como evangelizar assim? Porque, ao invés de aceitar patrocinar campanhas políticas, não induzir o povo a se organizar em grupo? Não falo de formar grupos para usá-los como escravos, mas de grupos que busque uma conscientização verdadeira.

O caminho é a conscientização e a abolição da escravidão. Não do trabalho forçado, mas da falta de vontade de querer trabalhar; e com isso aceitar migalhas em troca de votos, fazendo assim, com que uma população todinha se torne refém dos desmandos de uma administração corrupta, construída pelo próprio povo.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

1ª Peixada do Blog do Jeremias- Patrocinadores


Informamos que os nomes dos patrocinadores da 1ª Peixada do Blog do Jeremias, serão publicados aqui, na nossa pagina, a partir da Terça Feira(21), já estão sendo divulgados na Rádio 93 FM, será divulgado a partir da Terça(21) na TV Cidade, no Programa do Apresentador Osmar Noleto e serão mostrados num Data Show do dia do evento.

Parabéns, Bacabal!


Quem é Bacabal...?

São as ruas?
São as casas?
São seus lagos, em volta do majestoso Rio Mearim?
São tudo isso sim, mas nada disso faria sentido se não fosse o seu povo, com seu defeito e vontade de superar.
O povo mesmo, inclusive os que se lançam como candidatos a representantes, e que, usando de estratégias são eleitos...a trilhar por  caminhos novos. E só conhecidos a partir do momento que chega.

Muitos, ou quase todos deixam a desejar...é verdade, mas a história é feita assim: um povo cujos representantes vislumbram um horizonte diferente do que conhecem. "Uma terra que mana leite e mel", e quando chega lá pode se perder.
Mas não é disso que quero falar, afinal, hoje é dia de parabenizar a cidade que ajudo a povoar, ajudo a contribuir, e dela tirar o meu sustento.

Obrigado a Bacabal, com suas belezas mazelas...mas que é a minha cara. 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Audiência Pública em Bacabal...?

"A gente não tem ruas, a gente tem buracos"!

A Caminhada pela Paz, baseada no tema da  Campanha da Fraternidade-"Eu vim para servir", já estava sendo divulgada há bastante dias.  E já que era  anunciado também, que ao chegar no final do percurso, haveria uma Audiência Pública.  E muita gente se preparou para fazer as perguntas, assim, como as autoridades que sabiam que estariam lá, também se prepararam para quais respostas dariam e como.
As perguntas, todas foram direcionadas de maneira a não deixar dúvida da insatisfação do povo, em relação ao poder público, sobretudo municipal.
Algumas foram feitas empurradas com uma descarga muito forte de aborrecimento, outras nem tanto.
As perguntas foram elaboradas de forma mais ou menos corretas. Quinze pessoas perguntaram, mas, as respostas às perguntas não foram  dadas corretamente, porque, a equipe responsável pelo controle falhou, por não ter sugerido que fossem refeitas para que a resposta fosse de fato dada à pergunta específica. Não se sabia para qual pergunta estava sendo dada determinada resposta.
A insatisfação de alguns ficou muito visível. Alguns tentaram questionar tais respostas. Inclusive teve uma pessoa que pediu o microfone para questionar alguma coisa, mas lhe foi negado. Eu, a pessoa que escreve neste momento, questionei com várias pessoas, mas, a única coisa que foi feita, em relação ao que questionei, foi, a senhora professora Liduina, que estava conduzido o evento, falar publicamente sobre minha insatisfação. Menos mal. z
Minhas perguntas foram: Como a nossa Igreja está fazendo para evangelizar mesmo? O que as autoridades estão fazendo para merecerem a credibilidade do povo. Foi respondida uma, sobre a evangelização. Entendo o esforço. O Frei Evaldo respondeu. E quando ele admite que a Igreja tem que ser questionada, admite que falhamos e o questionamento serve como cobrança e a cobrança que faço, é para mim, um puxão de orelhas, porque também professo a fé cristã. Mas, dos padres e líderes cristãos a cobrança é maior.
Evangelizar, alias, consiste em libertar o povo, inclusive da escravidão do vício das esmolas vindas dos "políticos", porque isso produz os líderes corruptos, que inclusive usam a Igreja como escada para o poder. E são aplaudidos, inclusive nas audiências, como foi o caso da nossa. 
Evangelizar, senhores(a), pode significar evitar os muitos discursos de pessoas que usam a Igreja para tentar tirar proveito. Ou quem sabe, sugerir que as pessoas se juntem para usar a força do grupo e prosperar, ao invés de acreditar nos corruptos vestidos de santos, ou nos milagres dos novos "salvadores da pátria".
Com respeito às autoridades, mas precisamos repensar nossas atitudes enquanto Igreja, já que nos dizemos cristãos 

O que não foi respondido, é porque não era mesmo para ser. Culpa de quem?
Quem idealizou  o evento?
Promoveram para terem respostas ou para, em discursos bonitos tecerem elogios às autoridades?
Tomar a frente é sinal de competência, ou demonstração de quem quer, também, se promover?

Afinal, as perguntas foram mesmo respondidas...? Eu talvez por ser analfabeto, não entenda mesmo de Audiência Pública. Se é assim, peço desculpa também, por querer me passar por Imprensa, jornalista...ou nem sei o que...
Culpa da era digital, que permite que se publique o que se pensa...ou o que se acha que pensa!



Aqui, algumas fotos...






























Luizinho questionou o fato do deputado Roberto
Costa ter feito parte do grupo do prefeito e agora
está criticando..

O deputado respondeu: O apoiei, como a 
maioria aqui o apoiou, mas agora prefiro
ficar do lado do povo...

A indignação visível das pessoas explica tudo...
o porque da "audiência"...