segunda-feira, 4 de março de 2013

Solução para os problemas de um povo


Alguém teria uma varinha mágica, para chegar num lugar e dizer: vou acabar os problemas deste povo?
Deus, todo poderoso, poderia fazer isto?
Jesus Cristo fez isto?
Algum outro líder propôs?  e se propôs,  cumpriu?
Algum representante do povo,  sonhou?
Alguém cumpriu?
 A resposta, senhores darei agora:
A solução seria, digamos, um governo fazer tudo de graça para todos. Certo?
A Bíblia conta de um homem chamado Moisés, que Deus escolheu, chamou e disse:
Moisés, ouvi os clamores do meu povo e resolvi libertá-lo da servidão do Egito, por isto estou te enviando para fazeres isto. Senhor, disse Moisés, não vão acreditar que tu me enviaste. Deus, no entanto, depois de uma longo conversa, convenceu Moisés, que foi, insistiu com o faraó  ...até que, depois de sete tentativas e sete pragas enviadas por Deus,  Faraó decide abrir mão e deixar ir o povo.
Esta história já é conhecida. Mas, onde está a solução para os problemas do povo?
Deus, de acordo com a bíblia, conduziu Moisés e o povo através das noites pelo deserto, com um clarão no Céu, que ia à frente do povo,  deu água e comida a esse povo durante muito tempo. 40 anos. Mas não resolveu os problemas do povo. Certo?
Deus chamou Moisés no monte Sinai, deu a ele as tábuas das Lei, com dez itens, para serem cumpridos, mas não resolveu os problemas, certo?
Muito tempo depois aquele povo chega a Canaã, a terra de  fartura, às margens do Rio Jordão, com muito pasto para os rebanhos do povo de Deus, que chegara 40 anos depois da saída do Egito, sem Moisés, que morreu no caminho.
O povo pede um Rei, Deus manda escolher um. È escolhido  Saul. Mas os problemas não acabaram.
O próprio Deus escolhe Davi. Os problemas, contudo, continuaram.
Desde a saída do Egito até o nascimento de Jesus Cristo, dizem que passaram 1060 anos.
Mas, os problemas do povo, se acabaram?
1060 anos depois, de acordo com os escritos,  nasceu jesus Cristo, que ensinou como se deveria fazer para acabar os problemas. Mesmo assim, não acabaram.
 Só os políticos ainda continuam prometendo  ...de vez enquanto eles cumprem para uns: Falta de comida,  de  serviço médico adequado e atendimento no tempo certo, falta de remédio... fazer muita raiva também, às vezes dá certo. O cara meio fraco se mata.  Acaba-se os problemas.
Mas, senhores, eu não ficaria por mais de 3 horas escrevendo tudo isto, que você, caro leitor, certamente pode até chamar de besteira, e pode até que seja mesmo, se você quiser. Mas eu não perderia este tempo, se não tivesse a solução. Todos nós temos, só falta querermos solucionar os problemas que dependem de nós. Os que dependem de nós pode representar 70%(setenta por cento), e os 30¨% estão nas mãos de Deus.
Veja, abordei aqui, um pouco da história do povo de Deus. Eu disse que os problemas deles não acabaram, apesar de Deus ter dado comida ´água e jeito para sobreviverem por 40 anos no deserto.
Viver como escravo não era um problema?
Sair da servidão no Egito não era uma barreira bem difícil de vencer?
O povo chegou na terra prometida. Mas ainda tinha problemas? Certamente que sim.
Jesus Cristo resolveu os problemas? Sim, quando ele ensinava, ensinava os caminhos certos. Não obrigava contudo, sair daqui e ir para ali. Ele deixou um mapa para os problemas, mas, eu não sigo...
Ele mesmo, certa vez disse: se queres, tudo é possível ao que crê. Ao que crê, não a qualquer pessoa. Não a mim, se não creio e nem cumpro o que Ele ensinou.
Depois da morte Dele, ainda veio um certo  Saulo, que depois passou a ser chamado de Paulo, um Pedro, um Barnabé...uma multidão de gente ensinando no nome Dele...e ainda tem muitos nos dias de hoje.
“Amai-vos-uns aos outros como eu vos amei”(Jesus Cristo).
“Sede meus imitadores como o sou de Cristo”(Paulo)
O Caminho está aí. Este é o mapa. Quanto,  ficar livre de todos os problemas...Ele, sim, o Mestre foi humilhado, cuspido, ferido e morto como um bandido da pior espécie. No entanto, basta falar Nele, para tudo mudar...para o espírito sentir de perto a sensação de alívio.
 Fizéssemos o que Ele propôs, e experimentaríamos um pouco do se Paraíso!
Difícil? Sem dúvida, mas indispensável para não termos muitos dos problemas que nos assola.
Senhores, estamos organizando em Bacabal, um grupo. Uma espécie de sociedade, que tem como finalidade, formar um caixa, crescer esse caixa, para a solução dos problemas mais frequentes, como falta de ajuda para fazer algo que precisamos, problemas na questão de tratar da saúde, falta de emprego e mais algumas coisas que nos obriga a viver na miséria, por falta de honestidade, de parceria, de união na comunidade e de falta de entender, que um povo organizado tem um governo, também parecido com sua cara. Como se diz que todo governo tem a cara de seu povo.
Vejam uma coisa: Se a população não fosse tão carente, se não necessitássemos de uma esmola vinda de políticos corruptos, eles não seriam eleitos, uma vez que não  comprariam nosso voto, porque, não necessitaríamos das esmolas oferecidas por eles, mas poderíamos com a força da união, reivindicarmos o que nos cabe por direito, e não como mendingos ou seus escravos. Afinal, somos nós, o povo, quem os coloca lá, para que eles tornem-se poderosos, com poder de nos massacrar e até matar-nos, se for o caso.
Senhores, é lamentável, aceitar o que aceitamos, porque muitas das vezes a necessidade de sustentar nossas famílias nos obriga. Mas, isto, porque nos esquecemos do que o próprio Jesus nos ensinou. E mendigamos o que é nosso por direito. Buscamos demasiadamente a matéria, a ponto da ganância e da desonestidade se tornarem nossas parceiras, porque acreditamos na “lei da sobrevivência”. Achamos que ela nos dá o direito de roubar, ou no mínimo, concordar que os nossos representantes roubem, o que significa roubar juntos  com eles.
Senhores, não é filosofia barata.  Eu, e a maior parte da população é vítima de um sistema que escraviza, porque a organização que nos conduz é dirigida por pessoas do nosso meio, mas que, ao chegar na direção ´são obrigadas, pela força da ganância, a se afastarem  dos princípios morais, cristãos e até humanos que conheceram.
Não sugiro aqui, fazer oposição e nem bajulação a quem quer que seja, mas convido, a quem porventura, acredite que é possível, um grupo de pessoas trabalhadoras, mudar a história e servir de incentivo, aos outro  grupos, que parecem não encontrar meios para uma independência, apesar de serem grupos.

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