sexta-feira, 1 de março de 2013

"Vamos caminhar juntos pelo bem da Igreja e da humanidade! Obrigado a todos"

Foram estas as últimas palavras de Bento XVI, como Papa.


A missão certamente não acabou, sobretudo para quem aceitou o Chamado de Jesus Cristo. Liderar um povo, encaminhando-o para um horizonte, cujo destino é a "Terra prometida", contudo, nunca foi tarefa fácil.

Noé, Moisés, Davi, Jesus Cristo, ou outros líderes que a humanidade conhece através da historia, tiveram problemas impostos pela limitação humana. Até o próprio Jesus Cristo, assumindo a condição humana, não ficou livre.  Algumas vezes, a bíblia narra, se estressou, como se diz hoje. Chegou até a sugerir que os discípulos fossem embora, quando, depois de uma pregação um tanto dura, viu os presentes se afastando, se dirigiu aos seus discípulos e perguntou: vocês também, não querem ir? Certa vez se irritou com comerciantes que vendiam  seus produtos na Igreja, que chamavam Sinagoga, e que Ele chamava de "Casa de meu Pai"! Lá no jardim do Éden chegou a pedir que, se possível,  fosse afastado aquele momento...a hora da morte.

Mas,aos outros, dos quais profetizou Jesus, certa vez, ao se admirar de um homem importante da época, que pedia cura para um empregado seu. Quando jesus disse que passaria lá para curar o referido empregado, foi interpelado pelo homem que disse: Senhor, tenho homens a meu dispor. Se digo a um,  vai, ele  vai. Se digo a outro, vem,  ele vem. Basta mandares uma ordem e meu servo será curado. Quando disse Jesus: nunca vi fé tão grande nem no povo de Israel. E acrescentou: certamente virão muitos do Oriente e do Ocidente e se assentarão à mesa junto a Abraão.

A nós, que achamos, ou que acreditamos que fomos chamados a ser seguidores de Jesus Cristo, que assumimos a dianteira de um grupo ou de um povo, como é o caso de um Padre, de um Pastor evangélico, ou de outro líder cuja missão é conduzir o povo para uma 'Terra prometida". Ao Papa, cuja missão o cristão católico, da maior denominação cristã do ocidente, acredita ser, a de sucessor do discípulo ao qual Jesus determinou, seria a base para sua Igreja, quando disse: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei  minha igreja".

Quanto ao que pensa a Igreja, diante de um decisão inusitada, como foi a renúncia do maior líder católico, o Papa, por um motivo que foi esclarecido, não entendido ou aceito, a princípio, sabe-se, e é interpretado como uma decisão humilde e corajosa, uma vez que a ele  é atribuído pela maior parte de planeta um grande poder. E abrir mão de um grande,  é no mínimo um ato de desprendimento.

A Deus, o poder para a cada um de nos, julgar.

Escrito por Jeremias Fotógrafo.

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