sexta-feira, 26 de abril de 2013

A redução da maior idade penal... ainda!


Menor só pode escolher o representante, porque é para ajudar na corrupção. Mas é inocente se matar, roubar ou praticar qualquer outro ato delinquente. 

Parceria total: vota em mim, que eu te livrarei, faço uma lei para dizer que tu és inocente, e até ganho o apoio de Direitos humanos, Igreja e tudo mais.  Agora, diz que eu estou errado...

"É preciso proteger para depois punir".

Senhores(as), sem ironia, confesso que concordo. O governo não protege ou cuida o suficiente, para impedir que a miséria se alastre, em todos os sentidos e em todos os setores. Mas prefiro ficar com um trecho do discurso de "O Grande ditador", feito por Charles Chaplin:  "A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano". 

Mas, senhores(as), no caso de "homens que temem o avanço do progresso humano". eles são, nada menos que anjos... do passado. de um passado breve. Anjos quando eram candidatos... cujos discursos, falando da "massa", da "classe sofrida", da "mal distribuição de renda", dos "corruptos que saquearam o país, o estado ou o município"...e com aplausos respondemos aos tais discurso. Vislumbramos um paraíso  mesmo antes que eles fossem eleitos...cedo demais! Um dia depois da eleição, contudo, já podemos sentir o cheiro de enxofre, vindo das profundezas do inferno, porque, o paraíso prometido não é possível, pelo "rombo que o gestor anterior deixou". É preciso "ajeitar a casa". Digo, o bolso, ou os bolsos...dividir é o caminho mais viável para continuar, se eternizar mesmo, no poder. Na época das eleições, os esquemas entram em ação: o grupo se divide, garantindo assim a vitória. Quem quer que vença, é a mesma coisa. O "sistema" dá um jeitinho para colocar todos no mesmo grupo, até que venha a outra eleição...

Um discurso besta! Na interpretação mais rustica, vinda de pessoas, também com maneiras e interpretações rústicas , fruto de uma educação ainda mais rustica, pode ser o nome que se pode dá ao texto acima. No entanto, posso apontar o caminho: Cada um de nós, faça o próprio  papel. Eu como pai, administrador de uma família, que trabalho o dia todo e até, muitas das vezes pela noite adentro, para não deixar minha família mendigar o pão, mas poder viver do suor do rosto, como sugeriu o bom Deus, ao primeiro homem  por ele mesmo formado. O meu representante, faça também seu papel, não desvie os recursos destinados ao bem-estar de uma população que espera e a ele confiou seu destino. Não queira o referido representante, com discursos emocionantes convencer seu povo de que o mundo todo está ruim, mas, ao Ives disto, tenha o temor do bom Deus, e com justiça trabalhe noite  e dia para não deixar seu povo mendigar o pão, ou morrer  à míngua, por descaso e negligência de quem tem a competência de proteger, como verdadeiro pastor que entenda que irá prestar contas com o chefe maior. 

Um trabalho de conscientização, da que ensina a não aceitar migalhas em forma de esmola, vindo do próprio governo, pode ser um caminho viável para que aconteça o que parece um sonho. Chamar a atenção de um povo para um ponto, no sentido de fazer esquecer o resto, pode servir para desviar sua atenção, mas contribui para um acúmulo de dejetos que mais tarde envolverá e envenenará a todos.

Meus erros, que são muitos, não só me farão  mal, mas causarão prejuízo ao mundo. Quem me deu o direito de assim proceder? o mundo pode ser bem melhor!


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