quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O Caixa

O Caixa, é uma ideia que já está sendo colocada em prática, há 8 meses. E quando falei para uma pessoa, inclusive da Igreja Católica, ela me perguntou se não seria igual a Pirâmide. Eu não sabia sobre a Pirâmide. Depois fiquei sabendo que foi uma ideia que rendeu muito dinheiro, e alguém, que certamente,  tinha acesso a esse dinheiro, o levou embora. Se era uma conta, no nome de uma pessoa, já podia se esperar isso, se não, algo errado, no sentido de alguém ter acesso,  aconteceu.

Senhores(a), confiar em alguém, biblicamente, é pecado, e porque confiar então? O Caixa, seguindo o Estatuto, que está sendo montado, não precisará isso, até porque, analisando um pouco o comportamento humano, percebemos a tendência à desonestidade, um inimigo cruel e fatal, que não perdoa, cumpre mesmo o que é de sua natureza fazê-lo: destruir a quem o aderiu. E sabendo disso, hoje não concordo, nem um pouco com atos, que mesmo de longe, cheire desonestidade, e não  porque eu seja alguma coisa tão diferente das outras pessoas. Talvez, eu tenha praticado algo tão ruim, a ponto de não merecer admiração de ninguém, mas, chega uma hora, que somos obrigados, a entender, que um Chefe Superior nos confia uma Missão...mais uma vez. Mas, ainda com, com duas opções:  cumprir, ou aceitar a pagar o preço  da desobediência. E muitas das vezes, o preço é alto demais, nos restando somente, a opção cumprir.

Mas, sem discurso, o Caixa não terá um líder, mas, será cobrado, de todos um empenho, para que
não se caracterize mais um  ato demagógico. Vigiar é obrigação de todos que fazem um grupo, assim como contribuir. Atribuir a alguém um cargo de liderança, pode significar negligência em cumprir sua parte, assim como, atribuir a si próprio o cargo de chefe, pode significar busca por privilégios. Sentir a necessidade de um povo, e fazer algo de construtivo, não é somente obrigação do Gestor público, como Prefeito e outros, é de cada um de nós, minha e sua. Criticar, é um direito nosso, mas, apontar o caminho, ou mesmo abri-lo, é nossa obrigação e portanto, mais digno.

Eu poderia citar muitos erros de pessoas, que desenvolveram, ou que desenvolvem planos ridículos, disfarçados de ajuda, mas, eu estaria sendo tão ridículo quanto a eles. Apontar erros, senhores(a), é o melhor e mais fácil de fazer, e é exatamente por isso, que a humanidade, apesar da era digital, ainda pratica atos, dos históricos "homens das Cavernas", no quisto distribuir, e pagamos cada vez mais caro, porque não vivemos o "Amai-vos uns aos outros", ensinado... por Ele.









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