quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Rotina e Determinação


Todos os dias acordamos. Fazemos  as coisas de rotina, como: rezar, ou orar, tomar banho, tomar café, sair para o trabalho. E isso, por muito tempo, e em muitos casos, até a aposentadoria. Tudo muito certinho. Nada de diferente e nem de esforço extraordinário, e nem, muitas das vezes, de algo que passa ser contado. Tudo normal, para pessoas que aceitam ser comuns, o que não quer dizer que são fracassadas...só comuns, o que não significa uma desgraça, só são comuns, a ponto de não revolucionar o que quer que seja, porque nunca precisaram de se ver do outro lado, daquele que obriga a gente a se ver de frente... como os grandes se viram, porque as oposições estiveram presentes, como estão presentes os dois lados que regem, digamos assim, o universo, o positivo e o negativo.

Uma pequena ilustração
Há muito tempo, um grande guerreiro se viu diante de uma circunstância em que era necessário tomar uma decisão que garantisse a vitória no campo de batalha. Devia lançar seu exército contra um poderoso adversário, que contava com tropas muito mais numerosas. Embarcou seus homens em navios e velejou rumo ao país inimigo. Lá, desembarcou soldados e equipamentos e deu a ordem de queimar os navios em que tinham viajado. Dirigindo-se aos seus homens, antes da primeira batalha, disse:
- Vocês estão vendo os navios em chamas. Isso significa que só sairemos vivos daqui se vencermos! Agora, não temos escolha. É vencer ou morrer!
Eles venceram.( Do livro Pense e Enriqueça-Napoleon Hill)
O questionamento, a luta fracassada, o outro lado, o desconhecido...Formam o caminho para o "Porque".
A Bênção só é reconhecida como um bem, porque temos a noção da maldição.


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