quinta-feira, 12 de setembro de 2013

"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo".

O título acima, é de Nelson Mandela, o homem que esteve por 20 anos preso, e ainda se tornou Presidente da Africa do Sul.

No Brasil, se fala muito sobre "educação",  as emissoras de TV recebem, de governo certamente bilhões pelos comerciais. Pessoas, para demonstrarem uma certa sintonia com a mídia,  exaltam o nome. É bonito e dá mídia. No entanto soa como hipocrisia, uma vez, que, educadores, Escolas, e sobretudo alunos, são mau assistidos pelo mesmo governo.

A Educação Formal, que certamente é a que o governo se refere, nos comerciais, é também ensinada pelos atos e atitudes do mesmo. do mesmo que elabora os comerciais. Falando em atitude, vale lembrar a invejável divisão, de valores, $, entre gestores do executivo municipal, e estadual e gestores do legislativo, que têm o Poder de cassar mandatos do executivo. "A educação é que transforma", se houve muito isso, de pessoas que acreditam se enquadrar na questão em discussão. Não têm opinião própria, aderem de cara tudo o que vem da mídia, e assim, acreditam que buscam educação. E educação sugerida por um governo controlado por políticos, que um dia depois da eleição, desfazem tudo o que disseram no último comício da campanha.    

Sem querer ofender, mas acreditando no direito de questionar, dá vontade perguntar: Educação mesmo? ou outra coisa? 



























































 "bem na foto".

apartheid (Pronúncia em africâner:[ɐˈpɐrtɦəit]separação) foi um regime de segregação racial adotado de 1948 a 1994 pelos sucessivos governos do Partido Nacional na África do Sul, no qual os direitos da grande maioria dos habitantes foram cerceados pelo governo formado pela minoriabranca.
A segregação racial na África do Sul teve início ainda no período colonial, mas o apartheid foi introduzido como política oficial após as eleições gerais de 1948. A nova legislação dividia os habitantes em grupos raciais ("negros", "brancos", "de cor", e "indianos")1 , segregando as áreas residenciais, muitas vezes através de remoções forçadas. A partir de finais da década de 1970, os negros foram privados de sua cidadania, tornando-se legalmente cidadãos de uma das dez pátrias tribais autônomas chamadas de bantustões. Nessa altura, o governo já havia segregado a saúde, a educação e outros serviços públicos, fornecendo aos negros serviços inferiores aos dos brancos.2

Nenhum comentário:

Postar um comentário