quarta-feira, 16 de outubro de 2013

"Dando o Peixe"...já pronto!


Certamente, todos nós já ouvimos alguém falar: "Temos que dar o anzol para alguém pescar, não o peixe". No entanto, muitos que falam isto, estão  recebendo esse peixe, já frito. O que não está errado, porque: Temos que dar o anzol, não é a mesma coisa de dizer: Temos que receber o anzol, não o peixe. Sim, porque, ensinar a filosofia,  é algo que se refere a alguém, não a mim. 








Senhores leitores(a), eu quis fazer a introdução acima,  porque tenho algo interessante a contar: Joãozinho, não o Joãozinho das estórias de Joãozinho e Maria, que se conta, mas o Joãozinho, que muitos conhecem. Já fizeram uma matéria na televisão,  sobre o mesmo.

Se já vi alguém perdido na frente da própria casa, digamos assim, foi o Joãozinho, aqui da foto. A princípio tem-se a impressão de que o rapaz tem algum problema extra. E eu não sei se tem, ou não. Ele, de acordo com o que contou, está sem trabalhar de nada, porque não tem o que fazer. Joãozinho vendia algodão doce, mas desistiu, porque ganhava muito pouco, foi o que disse. Tentou montar uma oficina de Bicicleta, não deu certo. Durante o tempo que conversávamos, demonstrou insatisfação com sua roupa; queria se vestir  melhor...etc.

Tentei sugerir algo, como, Hortas, voltar ao algodão doce, ou pedir para trabalhar de graça para alguém, só para começar a ter uma oportunidade. Até que entrou na sala da fofoca, o cidadão de nome FJ, o Repórter de Rádio, também conhecido como danadinho.  A sala da fofoca, é uma sala na Câmara municipal, que serve para um tipo de bate-papo. O nome de sala da fofoca,  sou eu quem fala, com brincadeira, pois  faço parte do bate papo, da mesma. O presidente é o Leão, e o Vice deve ser Arnor, levando em conta a frequência de cada um.


Voltando ao Repórter de Rádio, o FJ, que entrou no momento da conversa, ele mesmo sugeriu que Joãozinho arrumasse uma tábua e transformasse numa banca de bombons. Depois de uma explicação, FJ tirou o relógio que tinha no braço, me entregou, dizendo que eu podia vender por 50, para comprar  bombons para Joãozinho iniciar sua mais nova tarefa. Na próxima Quarta, na Câmara municipal, não Sessão, mas na sala do bate-papo, prestaremos conta.

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