quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Colocamos nossa esperança nos ombros dos outros

Cedo demais, bem antes de nascermos, nos tornamos dependentes. Ao nascermos, contudo, iniciou-se o processo de independência. A ligação com a mãe, pelo cordão umbilical, acabou, e passamos a receber o  alimento em nossa própria boca. Passou tempo, e mais tempo, e chegamos à chamada maior idade, hora de trabalhar e lutar pela própria sobrevivência, já que em outros casos, já não dependemos tanto dos outros. 

O primeiro parágrafo, é somente uma introdução do que na realidade pretendo. Falo de dependência, porque pretendo falar também da independência do ser humano.

Enquanto não determinarmos para onde queremos ir, não iremos mesmo, a menos que por conta dos outros. Enquanto estivermos valorizando os passos dos outros, dificilmente descobriremos o valor dos nossos.

Tive uma conversa com alguém sobre patrocinar e receber patrocínio. A pessoa dizia ter um objetivo de arrumar patrocínio para o irmão. Fui contra, porque não creio que isso possa construir o que quer que seja. Não creio que a  subserviência possa construir a independência digna de um homem. Basta olharmos a história dos que escreveram seus nomes nas páginas da história do mundo.
Como por exemplo, o homem, cujo corpo está para ser sepultado. Nelson Rolihlahla Dalibhunga Mandela, que nunca aceitou a desordem imposta por um governo que não permitia seus irmãos viverem a harmonia que se necessita para o verdadeiro crescimento de um povo. Mandela pagou caro, mas teve o reconhecimento do mundo todo.

Assim, senhores(as), se levarmos em conta que nossa voz pode ser ouvida, e nossos textos lidos, teremos, certamente,  esforço maior,  para levar o melhor que temos, porque, se temos, é porque recebemos do nosso Generoso e Bom Deus.

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