terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Nossas limitações

Até onde podemos chegar? e porque?

A Bíblia conta que, quando Salomão, Rei de Israel, recebeu a coroa de seu pai, Davi, fez uma oração, na qual revelava, sem rodeio, as limitações que reconhecia ter: "Dai-me a Sabedoria que partilha do vosso trono e não me rejeiteis como indigno de ser um dos vossos filhos. Sou com efeito vosso servo e filho de vossa serva, um homem fraco, cuja existência é breve, incapaz de compreender vosso julgamento e vossas leis".

Às vezes fazemos o limite, outras, não. O que impressiona, mesmo, é o fato de uma coisa que parecer às vezes  tão fácil, e não se conseguir alcançar. O pior, às vezes nem sequer tentamos, o que impossibilita de uma vez por toda.

Napoleon Hill, explica em seus livros que, é necessário às vezes, para se conseguir chegar a um objetivo, agir com esforços igual ao que se faz para se livrar de um pesadelo. "Quem já teve um pesadelo sabe o tamanho do esforço que se faz", ele acrescenta.

Quando  garoto de 15 anos de idade, em São Luís, convivi com um cidadão francês,  que tinha muita preguiça. Gilbert du boy, vivia sua preguiça como uma filosofia. Lembro-me que sua rede de dormir, chegava arrastar no chão, mas ele não suspendia. Todos tinham Gilberto como preguissoso, no entanto, quando foi embora, deixou uma carta, explicando sua preguiça. No que ele escreveu, vi  o quanto Gilberto era profundo na sua defesa, até para explicar a preguiça.

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