domingo, 1 de dezembro de 2013

Onde chega o poder de um homem

Lendo um pouco da historia de Andrew Carnegie, o escocês que se tornou o homem mais rico de sua época, e um dos mais ricos de todos os tempos,  que viveu  de 1835 a 1919, e vendo também sobre J P Morgan, o homem que comprou a indústria de aço de Andrew Carnegie, e vendo ainda sobre muitos outros, inclusive através de um grande trabalho feito por Napolen Hill, que aceitou a tarefa de entrevistar os 500 homens mais ricos dos Estados Unidos da América, tarefa essa, incumbida por Andrew Carnegie, foi possível compreender um pouco sobre o segredo que determina,  "o poder de um homem", já que o assunto aqui, é "onde chega o poder de um homem".

Pude observar, sem tanta surpresa, o fato da distribuição da riqueza, fazer parte dos homens bem sucedidos. Como exemplo, cito sobre o próprio Carnegie, que mesmo com sua riqueza, como nos afirma uma fonte, sempre se preocupou com a justiça social e pregou o exercício da filantropia. Carnegie é tido como o primeiro empresário a declarar publicamente que os ricos têm a obrigação moral de repartir as suas fortunas acumuladas.

Assim, senhores(as), é possível chegarmos a uma compreensão do que pode ser chamado de poder. Aqui, "o poder de um homem", que não pode se manter  por muito tempo, a menos que com a participação da sociedade, que, embora de maneira às vezes ofuscada, prova, muitas das vezes, a duras penas, o poder que realmente tem, quando reconhece e busca a participação na determinação que rege um povo.

"Poder de um homem", aqui colocado entre "aspa", porque entendo que não é mérito meu, o título, mas dos que, de uma maneira crítica, escrevem, como o faço agora. O poder, que, uma vez desprovido de um senso de justiça, está fadado a acabar, logo ali na frente.

Este Blog, senhores(as), tem a preocupação de mostrar algo grandioso, assim como a imprensa em geral, mesmo também, repito, de maneira às vezes ofuscada, pelos inúmeros apelos que sugere um desvio, digamos assim, da verdade. A sociedade nos paga, e bem, para bem proceder. O pagamento que aqui me refiro, não é   em dinheiro, que alias,tem muito   pouco valor, se comparado ao da satisfação, que atinge de fato, aos que considera o apoio da sociedade, como algo que supera qualquer $. 

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