domingo, 5 de janeiro de 2014

Porque não se exalta os nomes das pessoas enquanto estão vivas?

Sem pesquisar em nenhum lugar, resolvi oferecer minha resposta. E certamente, isso pode sugerir a algumas pessoas, algumas críticas, como com perguntas, que respeitarei, sobretudo se forem mais ou menos assim: Onde é que ele aprendeu, ou com quem...ou: ele sabe de tudo? Ou ainda: Quem é você? como sugeriu um filiado do um partido político, quando eu  estive em uma confraternização do mesmo, e acreditei que podia falar o que sentia, a respeito de confraternização.

Voltando ao porque de eu mesmo sugerir um resposta à pergunta acima(Título), cada um de nós, seres humanos, é um professor, ou um aluno, um locutor ou um ouvinte. O que a humanidade do passado escreveu, é o que sabemos, e o que hoje escrevemos, é o que será contado no futuro, pelos que virão depois de nós. Nossas respostas, frutos de nossas mentes, sugerirão nossos destinos, e serão espelhos para um amanhã próximo.

Nossas vaidades, sentimentos naturais do ser humano, nos impedem de exaltar aos outros, porque nos sentimos diminuídos, ou menores em relação ao exaltado. Às vezes o fazemos, mas sem muita sinceridade, ou porque nos falaram que exaltar alguém, ao invés de a nós mesmos, faz "parecer bem na foto", como se diz na gíria. Ou se faz, porque Jesus Cristo, nosso verdadeiro Mestre, nos advertiu que não devemos nos exaltar, para não sermos humilhados, e Ele disse isso, porque é assim que costumamos proceder, nos exaltando e jogando o outro lá em baixo, na lama mesmo, para que ele não se levantem para concorrer com nós...comigo mesmo, e porque não? sou tão ruim quanto aos outros. O ser perigoso que carrego dentro de mim, é também cruel, mesquinho e muito egoísta, a ponto de eu mesmo precisar muitas e muitas das vezes, repetir, para mim mesmo, que minha missão é algo melhor. A ponto de muitos mestres precisarem ensinar isso todos os momentos, a ponto do mundo, reflexo dos sentimentos dos homens perversos, mais do que generosos, precisar mesmo esmagar a muitos, para provar o perigo que é, não cultivar o bem que Deus plantou no Paraíso entregue a cada um de nós.


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