terça-feira, 4 de março de 2014

A favor da pena de morte no Brasil?


Em 1988 em Teresina-PI, na TV Timon, assisti uma simulação de dois advogados que debatiam sobre uma provável  pena de morte no Brasil. Um contra e o outro a favor.

Excelência, disse o advogado a favor. Imagine que o senhor tenha uma filhinha de treze anos, que cuidou quando criança, com muito carinho, e agora, na adolescência continua cuidando. Um marginal estrupa sua filhinha. Deveria o marginal, morrer ou não? Imagine, excelência, retrucou o advogado contra, que o marginal fosse seu filho, o senhor ainda queria para ele, a Cadeira Elétrica? Continuando o advogado contra, disse: Excelência, num país sem estrutura, quem seria morto era o pobre, que sem condição para pagar um bom advogado, seria condenado, e os pais veriam seus filhos serem mortos. Ao passo, excelência, que, para o filho do rico, seria contratado um médico dos Estados Unidos, se fosse o caso, atestaria que o acusado era louco, e não seria punido.

Senhores(a), resolvi escrever este texto, narrando o que vi em 1988 quando comecei meditar nos meios que proporcionam o crime em nosso pais. As estatísticas apontam as  drogas como principal vilã. E apontam o tráfico como responsável maior.

Certamente os representantes da nossa sociedade têm uma saída, só faltam divulgar e partir para a prática.

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