quinta-feira, 27 de março de 2014

O que representou a ultima manifestação popular em Bacabal


Eu não estava em Bacabal, mas talvez não teria indo vê-la, se estivesse, em virtude de não acreditar muito em atos de protestos partidários.

Na primeira que houve, eu pude presenciar vários brados que pareciam sinceros. Jovens universitários, jovens da Imprensa, jovens pintados, com cartazes com frases de protestos, como por exemplo: "Agora sim, o que?" ou: "me pintei todo de laranja e nada mudou".

Depois, já na 2ª edição da primeira manifestação, o prefeito recebeu uma comissão de representantes,  que não pareciam bem firmes no que reivindicavam. Antes, a Câmara, já os tinha recebido. O prefeito se sentiu bastante à vontade, ao receber a Comissão, a ponto de brincar, fazendo elogios, dizendo que gostaria de tê em seu quadro de funcionários, aqueles jovens, que demonstravam tanta inteligência. E até sugeriu que eles fossem até São Luís, falar com a Governadora o que queriam para Bacabal, pois assim, completou o prefeito, estariam ajudando o município.

Alguns dias depois daquele encontro, de "representantes"  com o prefeito, vi um daqueles  jovens, dos cartazes de protesto, contra o prefeito, acompanhando o grupo do mesmo. Fiquei sabendo depois, sobre uma negociação pessoal, dele com o prefeito. Vejam bem senhores(a): isso caracteriza, busca individual de promoção. Lutar junto com um grupo, para tirar proveito pessoal, é no mínimo ser desonesto. Mas...é natural, pelo menos na política partidária.

De acordo com o que foi comentado, a cerca da última manifestação, eram dois grupos: um contra o prefeito, e outro a favor. O grupo contra, representa a oposição, ou, alguém que quer formar um novo grupo, ou manter um, ou ainda, fortalecer os laços de parceria com os chefes do grupo, do único que existe em nosso município, que se divide em todas as campanhas políticas, para confundir o povo, que sem opção de escolha, apela para um ato costumeiro, prejudicial e vicioso: extorsão.

No caso do grupo que defende o prefeito, estão lá, defendendo um emprego, uma amizade proveitosa, ou alimentando uma esperança no que o gestor prometeu.  Mas, há um grupo neutro? Sem dúvida, representa uma minoria. Os desatualizados, que não conhecem, ou nem sequer sonham com os truques do partidarismo político. esses, desistem, quando descobrem que foram ludibriados por uma "manifestação".

Há um caminho para os insatisfeitos: No dia que pelo menos uma Associação, Sindicato, ou Grupo, decidir caminhar com os próprios pés, sem precisar do poder público, o poder que destrói, até a dignidade de um povo, nesse dia, o povo pode sonhar com um "governo do povo, pelo  povo e para o povo". 























































































































































































































































































































































































































































































































































































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