segunda-feira, 7 de abril de 2014

Política partidária...mais uma vez


O tempo se aproxima! As articulações, em torno de nomes, "candidatos à mudança", já aparecem na internet. Muitos articuladores, provavelmente com vontade de mudança. Outros, no entanto, acreditando que podem "fazer a cabeça", como se diz na gíria, de uma grande quantidade de gente. A tática, é a mesma: Pega-se o nome de uma pessoa, começa-se propagar por aí, e observa-se, se funciona. Vale dizer, que nada é de graça. E se o nome badalado pegar, e se houver dinheiro na jogada, digo, para a campanha, então o número de seguidores, na maioria, dos que detestam trabalhar, aumenta rápido, assim como, as lideranças.

Senhores(a), nada demais, é o que parece, mas, o desejo pelo dinheiro fácil, e a cegueira que impede ver a liberdade, para si e mais ainda, para os seguidores do candidato, é a semente de uma miséria que parece não ter fim. Hoje eu paro de trabalhar, corro atrás do candidato, muitas das vezes, boa pessoa, que sonha de verdade com uma mudança que engrandeça a história do povo, mas que, à medida que vai entrando de mar a dentro, entende que precisa nadar, e entra no jogo. Logo mais, a vontade de representar seu povo, vira necessidade de se tornar corrupto, e não por culpa sua, mas porque buscar o poder, ao invés de lutar pela liberdade, como MAHATMA GANDHI por exemplo, que lutou por uma independência da Índia, e não por riquezas injustas, ou como Nelson Mandela, que escreveu seu nome na história da África do Sul e do mundo, porque lutou com a força da Alma, e não para destruir, nem mesmo os que foram responsáveis por sua prisão, de 27 anos, mas por uma igualdade capaz de libertar a uma grande nação. Quanto a mim, que deixo o meu trabalho, e ajudo corromper, perco a moral e a dignidade, porque estou envenenando a mente de muitos, e implanto a ociosidade, que ajuda compor  a falsa filosofia da "lei da sobrevivência". Nós, o povo consciente, não precisamos de nos oferecer como escravos daquele que fizemos senhor, e nem precisamos fabricar esse tal senhor, porque temos a força de construir dignidade, em forma de parceria, que pode nos proporcionar riquezas verdadeiras ao invés do acúmulo, que separa uma meia dúzia de privilegiados de uma grande multidão de famintos...de comida, e necessitados, sobretudo de mentalidade.

Pode parecer um sonho, senhores(a), mas nada construímos, sem que haja, antes, um sonho. Os sonhos podem parecer, loucuras, mas, os loucos fizeram a civilização que conhecemos. Temos que continuar, para que, os que vão chegar, encontrem nossas pegadas, e as transformem em trilha.
Escrito por Jeremias, do Blog.




Aqui, de uma outra fonte:  http://charlesfernando-filosofia.blogspot.com.br/2008/06/pacificador-e-libertador-da-ndia-e-seu.html



QUINTA-FEIRA, 5 DE JUNHO DE 2008


Mahatma Gandhi : Pacificador e libertador da Índia



 MAHATMA GANDHI....UM PROFETA DA HUMANIDADE.

Mahatma Gandhi desejou conquistar a liberdade para a Índia, a partir do princípio da “não-violência” sobre a Inglaterra. Almejou conhecer todo seu país ( Índia ) por meio de uma viagem por dentro do coração de seu povo. Se revestiu dele ( de seu povo) tanto nas vestes como em seu modo de vida.

 Afirma Gandhi: “ Viajei tão longe e no final tive de retornar para minha casa”. Apesar da simplicidade, Gandhi era um homem família nobre e formado em direito na Inglaterra. Na Índia, pertencia ao partido do Congresso que representava os interesses da maioria hindu. Foi durante a luta pela independência que surgiu a divisão político-religiosa entre hindus e muçulmanos que culminou com a divisão da região, originando dois países, a Índia e o Paquistão.
Os ingleses o conheciam como "faquir indiano seminu". Em certa ocasião com representantes do governo inglês, Gandhi disse: "é preferível ser governado por um mal governo do que obter um governo bom representado por líderes de outro país", estava referindo-se a liberdade da Índia que constantemente estava ameaçada pelo domínio da Inglaterra.

Quando criança, Gandhi refletia o Guita e o Alcorão ( livros sagrados). Mohandas Karamchand Gandhi possuía uma (Mahatma,significa "grande alma") alma libertadora e pacificadora que se manifestava em seus discursos de liberdade e paz e seus atos jejuns e sacrifício quando isso não ocorria. Exalatava sinais de um grande homem que se revelaria para a humanidade.

Quando questionado qual era sua religião ele dizia “sou judeu, cristão, muçulmano e hindu”, ou seja, Gandhi tinha como religião o ecumenismo, o diálogo entre os homens e por isso tamanho veneração por Jesus Cristo e os evangelhos que narram sua vida. Por fim, sua pessoa se tornou referência no século 20 , o que se confirma nas palavras de Albert Ainsten " um dia perguntarão se um homem como Gandhi realmente existiu".

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