terça-feira, 1 de abril de 2014

Um Vereador explica sobre política pardidária


Numa longa conversa com um vereador, que se esforçou para me explicar, porque as campanhas políticas, as eleições são como são, como todos nós conhecemos, eu só pude constatar que não é fácil mudar a realidade de um povo, que como costumo dizer, vem de muito tempo convivendo com numa realidade, que tende a se complicar mais e mais, a menos, que os próximos candidatos a representantes deste povo, do qual eu faço parte,  e fazem parte os nossos "representantes", aqueles que, num palanque, num passado recente prometeram representar e representar bem o povo. As vezes, sem se preocupar contudo, em explicar como fariam para isso acontecer.

Quem mais questiona isso, é a Imprensa, porque é sua obrigação. Questionamos sobre tudo, até do que parece sem importância. Mas, repito, e não por falta de palavras para escrever, é obrigação mesmo. Somos bem pago para isso. E recebemos bem mais do que dinheiro. Dos patrões, dos donos da Televisão, do Rádio, do Jornal, tradicional ou virtual, recebemos dinheiro, mas do verdadeiro patrão, que é o  povo, que tem sobre nós, poder até de nos julgar...e condenar, se for o caso, dele recebemos atenção e divulgação, pelo bom ou mal papel desempenhado. Em sua casa,  nas horas sagradas, das refeições, na frente da televisão, ou atento ao que vem de lá, ou em momentos bem disputados com os muitos afazeres, na mesa do computador, ou até mesmo, num espaço muito curto, com seu computador portátil sobres as pernas...por necessidade de informações, nos ouve, nos acessa, nos engrandece e proporciona vida ao que nós, Imprensa, fazemos.

Se é de união, de organização...conscientização que precisamos, então é nosso dever, nos proporcionar tudo isso, assim como, temos proporcionado riqueza e poder aos que prometeram nos representar. Pode ser difícil, senhores(a), mas, se os verdadeiramente incomodados com a situação quiserem, poderão mudar, pois foi por negligência que chegamos a este ponto crítico, que nos afeta, e afetará aos nossos filhos, netos, bisnetos, e sabe-se lá quantas gerações. Muito obrigado.

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