quarta-feira, 30 de julho de 2014

A Falha do governo e a Falha do Povo



Ouvindo uma conversa, de um certo diretor de um órgão do governo, que cuida de oportunidades de emprego, chamada de "Primeiro Emprego", percebo  um certo esforço em querer acertar.

Antes de prosseguir com o texto, vale lembrar um provérbio, que diz, que "Todo governo tem a cara do seu Povo". Se algum provérbio não se encacha com a realidade, para a qual é indicada, não é este. Causa um indignação, de ver o quanto as pessoas desperdiçam as oportunidades que recebem...gratuitamente na vida. É bem provável, que o fato de ser gratuita, gere o desleixo, que tanto aborrece, e prejudica a sociedade, e que em contra-partida, favorece um governo que busque todo tipo de pretexto para não funcionar corretamente.


O que deveria fazer o governo, para solucionar o problema ?

Como parte do povo desleixado, mas também, com uma visão capaz de alcançar novos horizontes, entendo, que a quantia que o governo investe,  em Programas, como no caso do Primeiro Emprego, seja suficiente para fazer bem melhor. Basta que seja direcionada corretamente, no sentido para o qual é o verdadeiro propósito. Assim: Se a coisa tem mesmo que acontecer, eu tomaria todas as providências cabíveis, no sentido de fiscalizar os gastos, e instruir as famílias, cujos filhos fossem contemplados com o "Primeiro Emprego", no caso. Faria uma prestação de contas, com a participação da comunidade. Vejam bem: não seria representantes simpatizantes à minha gestão, isso cheira falcatrua. Seriam representantes do povo livre, que não tivesse necessidade de está a meu favor. Que não estivesse atrelado a mim, por nada. Que não fosse os escolhidos e beneficiados com um salário mensal, cuja função fosse a minha sustentação partidária. A sustentação partidária deve existir, mas vinda da base do povo, livre e capaz de um discernimento justo, onde uma esmola de um emprego, ou de favores, ou ainda de promessas, não ofusque a luz da justiça.

Para alguém, com um espírito crítico, está aí, com um "prato cheio", para dizer: "Falando assim, é muito fácil". Tal observação, teria de cara, a minha participação, caso eu não fosse o gestor em jogo. Mas, sendo eu o gestor, concordar ou discordar da crítica, pouca diferêcia faria, porque o poder de investimento nos programas para o povo, é do povo, e ao povo, cabe julgar. Mas, "Agora...bem aí..."

"Agora...bem aí...", é necessário o povo usar a força que tem. E como usar o poder que tem? Um poder, só terá consistência, se tiver uma base. E a base, em nosso caso, viria de grupos, como, Associações de Moradores e outros, que criassem um CAIXA Rápido, que funcionaria como socorro, para as necessidades urgentes do Grupo.


De onde viria o dinheiro para formar o CAIXA Rápido? 

Do bolso de cada associado, que primaria pela escolha de uma diretoria de pessoas honestas.

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