segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Como posso fazer minha parte no Processo Eleitoral...?



É provável que, em se tratando da questão, cujo título marca esta postagem, muitos preferem, fazer de uma maneira, nos moldes, digamos assim, do que sugere, os cientistas da Política...Partidária. Sem dúvida nenhuma, com uma linguagem perfeita e muito bonita. Linguagem, que alias, o povão não aprendeu, e nem precisa, de imediato fazê-lo, pelo menos, não antes, de saber para que serve, e como pode funcionar de verdade.

Aqui, para nós, os brasileiros, cultos ou analfabetos, ricos ou pobres, pretos(negros), ou brancos, que somos  produtos da Mistura das Raças. De portugueses enviados pela coroa portuguesa, ou por franceses em busca de conquistas, assim, como todos os europeus, que por aqui se aventuraram, ou ainda, de africanos escravos, antes homens e mulheres, que em seu continente viviam...acredito, como gente.

Sim, senhores(a), para nós, que vivemos num país "democrático", o processo eleitoral, consiste na liberdade de escolha... dos que seriam nossos representantes. Seriam, porque, só os são, até o dia da escolha. Logo...ainda na "calada da noite", um dia antes, com uma perfeita organização de eleitores, que esperam um enviado do candidato A ou B, que acertou uma quantia para as lideranças. As lideranças, que são homens e mulheres...pessoas dignas e trabalhadoras, que por um instante, foram convencidos pelos candidatos, que também, são homens e mulheres, capazes de entender muito claramente do processo democrático, e por isso, são candidatos. Voltando, um pouco, para falar também, das pessoas dignas, que precisam fazer a chamada boca de urna, que esperam, muitas das vezes, juntas com as lideranças, o dinheiro, para nas próximas horas votarem no candidato que mandou.

Então, representantes, escolhidos democraticamente? Isso é Democracia? A história nos mostra, que, no decorrer de muitos anos...nem sabemos quantos, quase sempre, a sugestão de representante, se desmanchou um dia depois das eleições. E em alguns casos, o eleito, durante os seis primeiros meses, parece procurar uma solução para os problemas mostrados nos palanques. Problemas construídos, de acordo com ele, o agora eleito, pelo gestor passado. E que agora serve de pretexto para o não cumprimento das promessas. Por exemplo, da mudança do Céu, que seria aqui na terra. Ou da terra, que se tornaria um paraíso perfeito. 

Então...! Senhores(a), como fazer minha parte, no próximo processo Eleitoral democrático? 

Se quero de fato mudar, posso ajudar a proporcionar aos meus filhos, aos netos e bisnetos...e a muitas outras gerações, que virão depois de mim, um mapa para uma democracia menos embassada, menos disfolcada. A nitidez da democracia, que pode começar, logo agora, e proporcionar ainda uma visão melhor, depois das eleições, depende de mim, e de cada um, que está realmente insatisfeito com a que temos. 

"Filosofia barata"? Não espero que seja assim tachada este texto, como um que escrevi uma certa vez, quando um anônimo, assim chamou. Mas, o que escrevo, e posto na Internet, se torna público. Assim sendo, está sujeito a qualquer comentário. Por isso, senhores(a), podemos ou não nos juntar para, de forma respeitosa fazer o melhor. De qualquer forma, o que vier a acontecer amanhã, e o que tivermos que colher como frutos, vai depender do que hoje plantarmos. 

Que esteja com todos nós, a bênção do Bom e Generoso Deus. 







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