sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Campanha política! Como funciona e porque. E o povo?


O candidato não precisa ser uma referência em nada. Se houver dinheiro para a campanha, não precisa saber muita coisa. A preferência do público o torna uma celebridade, por isso, se for inteligente, concorda com tudo(pelo menos na campanha). Tudo mesmo. Apoio, nunca é demais. Se houver, por exemplo, uma população significativa, que defenda esse ou aquele seguimento, como por exemplo: homem casar com homem, mulher cassar com mulher, aborto...ou qualquer outra sugestão...nada é abominável. Alias, é pecado abominar.

Só para lembrar, no ano de 1984 dois grandes "adversários" políticos se juntam. Um, candidato à Presidência do Brasil, e o outro, candidato na mesma  chapa, como Vice.

O ilustre Senador, José Sarney de Araújo Costa,  ex. Aliança Renovadora Nacional, se preferir, ARENA, depois, fundador do Partido Democrático Social, podemos chamar PDS e o recém eleito Governador do estado de Minas Gerais, e agora candidato à Presidência  do Brasil, o sr. Tancredo de Almeida Neves. O Senador da República, sr. José Sarney, presidente do PDS, partido por ele fundado, e agora(na época), candidato a Vice Presidente, na chapa de Tancredo Neves. diante da pergunta, que o colocaria numa situação um tanto difícil, foi, eu diria, sábio.

A pergunta foi mais ou menos assim:  Como o senhor explica, o fato de ser fundador do PDS e atual presidente do mesmo, abandonar seu candidato, sr. Paulo Maluf, e se juntar ao candidato de oposição, Tancredo Neves na chapa de vice? E a resposta foi: "Minha filha, política não tem passado e nem futuro. Tem presente".

Resolvi abordar esse assunto, porque, quando acaba a campanha, normalmente cessa tudo. Falo das críticas, dos questionamentos que ajudou o povo a lembrar das promessas feitas por gestores, quando candidatos, e não cumpridas, quando assumiram.

Me recordo de uma briga que envolvia um lixão de Bacabal, na ultima campanha de prefeito. O lixão, de acordo com o que sugeria o grupo que se separou do gestor da época, e se tornou oposição, e que venceu a eleição, deveria ter outro lugar para está, mas, depois  que o grupo assumiu, não se falou mais em lixão. Alias, as ruas da cidade tomaram uma forma indesejável à população: buracos, poeira, lixo, e outras coisas mais.

Senhores(a), quem escreve aqui, no momento, não faz parte desse ou daquele grupo político. Faço parte de um grupo bem maior, do povo, que aceita, ser vítima dos desmandos, e que às vezes, pede para ser. Porque, quando discordo do gestor, que não está correspondendo, e concordo com os que se fazem oposição de última hora, depois de terem feito parte do grupo pequeno, dos favorecidos, que dividiram entre si,  o bolo que era para todos, estou pedindo para ser considerado idiota, que não sabe, ou não quer tomar uma posição consciente, que leve à liberdade.

A campanha, para uma provável evolução do povo, que busque encontrar meios legítimos, legais e dignos de eleger seu representante, não pode parar. A organização do próprio povo é o caminho.



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