quinta-feira, 16 de abril de 2015

Audiência Pública em Bacabal...?

"A gente não tem ruas, a gente tem buracos"!

A Caminhada pela Paz, baseada no tema da  Campanha da Fraternidade-"Eu vim para servir", já estava sendo divulgada há bastante dias.  E já que era  anunciado também, que ao chegar no final do percurso, haveria uma Audiência Pública.  E muita gente se preparou para fazer as perguntas, assim, como as autoridades que sabiam que estariam lá, também se prepararam para quais respostas dariam e como.
As perguntas, todas foram direcionadas de maneira a não deixar dúvida da insatisfação do povo, em relação ao poder público, sobretudo municipal.
Algumas foram feitas empurradas com uma descarga muito forte de aborrecimento, outras nem tanto.
As perguntas foram elaboradas de forma mais ou menos corretas. Quinze pessoas perguntaram, mas, as respostas às perguntas não foram  dadas corretamente, porque, a equipe responsável pelo controle falhou, por não ter sugerido que fossem refeitas para que a resposta fosse de fato dada à pergunta específica. Não se sabia para qual pergunta estava sendo dada determinada resposta.
A insatisfação de alguns ficou muito visível. Alguns tentaram questionar tais respostas. Inclusive teve uma pessoa que pediu o microfone para questionar alguma coisa, mas lhe foi negado. Eu, a pessoa que escreve neste momento, questionei com várias pessoas, mas, a única coisa que foi feita, em relação ao que questionei, foi, a senhora professora Liduina, que estava conduzido o evento, falar publicamente sobre minha insatisfação. Menos mal. z
Minhas perguntas foram: Como a nossa Igreja está fazendo para evangelizar mesmo? O que as autoridades estão fazendo para merecerem a credibilidade do povo. Foi respondida uma, sobre a evangelização. Entendo o esforço. O Frei Evaldo respondeu. E quando ele admite que a Igreja tem que ser questionada, admite que falhamos e o questionamento serve como cobrança e a cobrança que faço, é para mim, um puxão de orelhas, porque também professo a fé cristã. Mas, dos padres e líderes cristãos a cobrança é maior.
Evangelizar, alias, consiste em libertar o povo, inclusive da escravidão do vício das esmolas vindas dos "políticos", porque isso produz os líderes corruptos, que inclusive usam a Igreja como escada para o poder. E são aplaudidos, inclusive nas audiências, como foi o caso da nossa. 
Evangelizar, senhores(a), pode significar evitar os muitos discursos de pessoas que usam a Igreja para tentar tirar proveito. Ou quem sabe, sugerir que as pessoas se juntem para usar a força do grupo e prosperar, ao invés de acreditar nos corruptos vestidos de santos, ou nos milagres dos novos "salvadores da pátria".
Com respeito às autoridades, mas precisamos repensar nossas atitudes enquanto Igreja, já que nos dizemos cristãos 

O que não foi respondido, é porque não era mesmo para ser. Culpa de quem?
Quem idealizou  o evento?
Promoveram para terem respostas ou para, em discursos bonitos tecerem elogios às autoridades?
Tomar a frente é sinal de competência, ou demonstração de quem quer, também, se promover?

Afinal, as perguntas foram mesmo respondidas...? Eu talvez por ser analfabeto, não entenda mesmo de Audiência Pública. Se é assim, peço desculpa também, por querer me passar por Imprensa, jornalista...ou nem sei o que...
Culpa da era digital, que permite que se publique o que se pensa...ou o que se acha que pensa!



Aqui, algumas fotos...






























Luizinho questionou o fato do deputado Roberto
Costa ter feito parte do grupo do prefeito e agora
está criticando..

O deputado respondeu: O apoiei, como a 
maioria aqui o apoiou, mas agora prefiro
ficar do lado do povo...

A indignação visível das pessoas explica tudo...
o porque da "audiência"...
























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