quinta-feira, 11 de junho de 2015

Às vezes é preciso comentar...

"Cada tempo tem sua história. Cada história, sua narrativa. Cada
narrativa constrói e reconstrói-se pelo relato do que foi não apenas uma
pessoa, mas uma comunidade. E assim se tem a expressão histórica do
que pôde e o que não pôde ser, do que foi para se imaginar o que poderia
ter sido e, em especial, o que poderá ser.
História faz-se pelo que se conta. Silêncio também é história. Mas
apenas quando relatada e de alguma forma dada a conhecimento de
outrem. Pela sua força de construção e desconstrução de relações sociais,
políticas e até mesmo econômicas, a expressão como direito é fruto de
lutas permanentes desde os primórdios da história." Min. Cármen Lúcia.
Pergunta-se: Como vamos narrar, no futuro, a história contemporânea da nossa querida Bacabal ... Preciso saber a sua opinião sincera ... Obrigado ... !!!

  • Jeremias Pereira Dos Santos Há somente uma solução: Organização do povo, todo o resto, é papo furado. Se houver algum candidato, que ao invés de dá esmola, conscientize o povo, não faz mal um pouco de atenção a ele, caso contrário, não há esperança de melhoras por parte dos chamados "representantes".
    Quando um político oferecer algo a você, é bom que se pergunte: Porque ele está me oferecendo isso? É melhor não aceitar, porque ele está considerando você esmoleu e morto de fome. E quando se aceita isso, aceita-se um convite para ser escravo. Se o cidadão lá é poderoso, o poder dele não vai seu nunca do pobre. Se ele é rico, a riqueza nunca vai ser sua. Digo, nunca vai ser do pobre, que por um pouco de comida, um pouco de cerveja, um pouco de conforto em sua casa luxuosa...um "tapinha nas costas"... às vezes se ilude.

    No dia que eu começar a falar com o meu vizinho, procurar saber dos problemas dele, fazer parceria para a solução dos problemas...quando eu entender que temos dignidade, que somos importantes no trabalho que fazemos, e deixarmos de endeusar alguém, por sua requiza, nesse dia estaremos dando um passo à frente.

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