sábado, 23 de julho de 2016

Efeito da "política" corrupta: ele existe ou é mito?


São tantos os efeitos de uma política corrupta, que escrever algo sobre, pode talvez parecer desnecessário ou até perca de tempo.

Mas tudo bem, que seja interpretado como queira a concepção de cada um. Quem escreve também tem uma concepção.

Analisando por exemplo um Conselho da Cultura, que foi criado em Bacabal/MA, onde os conselheiros  têm as caras iguais todas as outras caras, dos que não vão a lugar nenhum, pode-se concluir o efeito de uma "política" corrupta.

Bem antes da "reativação" do que estamos chamando de conselho, lá na convocação feita por alguns que diziam da importância de tal reativação, já se podia perceber a vontade de lutar por parte desses, em prol de interesses...que foi aos poucos se desenhando no sentido de clarear a figura para onde se dirigia esses interesses. Quando foi para formar a diretoria, foi comentado que houve quem "batesse no peito", dizendo: "Se eu não for a conselheira ninguém será". E assim, na escolha, da diretoria, essa mesma pessoa já tinha um "esquema" montado para assumir a presidência. E com o consentimento da maioria, foi "eleita".

O Conselho nunca andou. Nem sequer o Regimento foi votado. Alguns reclamam, outros parecem não terem nenhum interesse de que algo funcione, sobretudo no que diz respeito à solicitação de prestações de contas. A pessoa que exigiu a presidência se afastou sem sequer fazer uso de um documento que oficializasse esse afastamento. Reuniões são marcadas, mas, como o número de conselheiro é muito pequeno, elas não acontecem.

Senhores (a), o efeito da política corrupta não é mito, ele existe mesmo. Vamos continuar falando sobre este assunto, já que nada, sobre as barreiras que impedem o andamento do "Conselho", está claro.

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