terça-feira, 29 de novembro de 2016

O caminho do "fracasso" importa.



De acordo com um texto postado na internet, quando Thomas Alva Edison(foto), completou 25 mil tentativas para construir uma bateria, um repórter lhe perguntou como como se sentia depois de ter falhado 25 mil vezes. "Não sei porque você acha que foi um fracasso", respondeu Edison, que acrescentou: "Hoje conheço 25 mil maneiras de como não fazer uma bateria".

Escritores que falam de  Thomas Edison, se referem a ele como o maior inventor de todos os tempos. Napoleon Hill, por exemplo, que escreveu, de acordo com fontes, 8 coleções de sucesso, depois de passar 20 anos de sua vida entrevistando os 500 homens mais ricos dos Estados Unidos, teve a oportunidade de visitar suas empresas(de Edison), quando o entrevistou. 

Conta Napoleon que Edison era surdo. E ele mesmo contou como iniciou sua surdez: Quando criança vendia balas(bombons) nos trens. E uma vez um certo homem colocou Edison num trem, suspendendo-o pelas orelhas. Essa história chamou a atenção de Napoleon, que resolveu perguntar: O senhor considera esse fato como uma desgraça na sua vida? Pelo contrário, respondeu Edison: "A surdez foi uma bênção. Ela me impede de ouvir as besteiras que os homens falam. Só ouço o que vem de dentro".

Que história teria Thomas Alva Edison para contar, e o que o mundo contaria para todas essas gerações, que vieram de lá até aqui, sobre o seu sucesso, se ele não tivesse trilhado pelo caminho do "fracasso"? Se quisermos, depois de uma reflexão, entenderemos que o caminho do "fracasso", importa.





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