domingo, 9 de julho de 2017

"Precisamos de amigos, não de adversários"


No último 17 de abril, dia do aniversário da cidade de Bacabal, durante o discurso do prefeito Zé Vieira, ele falou uma coisa interessante: "Precisamos de amigos, não de adversários". 

Ali, no púlpito, com a responsabilidade de um discurso capaz de se comunicar com o município todo, e não somente com o grupo que o elegeu, ele, com a sabedoria de um grande administrador, sabia que precisava usar do bom senso, e assim o fez.

Com 3 meses de gestão, e recebendo ataques ainda bem fortes do grupo que perdeu na ultima eleição municipal, e que durante a campanha não mediu esforços para eliminá-lo  como candidato, e nem para eliminá-lo como prefeito, depois da eleição, Zé Vieira apareceu na solenidade do aniversário de número 97 de Bacabal, com uma aparência jovem, contradizendo a imagem de "velho caduco" que os adversários quiseram pintar para a população. E fez um discurso onde ecoou bem forte o "Precisamos de amigos e não de adversário".

Na realidade, senhores (as), uma disputa política partidária deve terminar, quando sai o resultado das urnas. Porque, quando passa disso, a população perde, uma vez que a oposição desleal ao gestor, que foi legitimamente escolhido, fica impedido de trabalhar. Aí vale a sugestão: "Precisamos de amigos e não de adversários".

A campanha política partidária propriamente dita, é o período para o candidato, dentro de um limite estipulado, ou no mínimo permitido pela lei, jogar o povo contra o outro candidato e vice versa. Quase tudo vale nesse período. O objetivo é bem claro: o adversário não pode criar asas...para não decolar.

Depois de tudo consumado, digo: do ultimo voto conferido e do "martelo batido", a grandeza do candidato que não venceu, o induz a pegar o telefone, ligar para seu ex. adversário, o agora líder escolhido pelo povo do qual ele também faz parte,  e parabenizá-lo.  "Precisamos de amigos, não de adversários".

Assim, senhores (as), um gestor que representa um povo, precisa mesmo, como sempre sugeriram os grandes filósofos que a hunanidade conheceu, de amigos sinceros, capazes de desvendar "mistérios", como os reis outrora precisaram dos profetas para descifrar seus sonhos. E precisa de amigos que tenham um senso de justiça e sabedoria, capaz de entender que "Um reino dividido entre si está fadado ao fracasso". Quem falou isso foi o Mestre, que até hoje a humanidade conhece como o Maior: Jesus Cristo. Juntar amigos e não espalhá-los, é do que mais preciso, sendo ou não um gestor, independentemente se tenho ou não o maior emprego, se ganho ou não todo o dinheiro do mundo. E como disse o senhor prefeito José Vieira Lins,  o Zé Vieira, no dia que nossa Bacabal completou 97 anos, "Precisamos de amigos, não de adversários".


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